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Cultura

Malangatana homenageado em mostra de cinema no Scala

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Mortes que a cultura moçambicana não vai esquecer

A vida, a obra e o legado de Malangatana Valente Ngwenya serão celebrados através do ciclo de cinema “Ao Crepúsculo”, que decorre de 6 a 13 de Junho, às 17 horas, no Cine-Teatro Scala, em Maputo.

Sob o lema “Malangatana: Do Grito da Luta ao Brilho do Legado”, a iniciativa reúne sete filmes dedicados ao percurso artístico e humano de uma das maiores referências das artes moçambicanas.

Organizado pela Associação Cultural Scala, em parceria com a Fundação Malangatana Valente Ngwenya, o evento integra o programa “Memória, Prática e Catarse: Rumo ao Centenário (1936–2036)” e assinala os 90 anos do nascimento do artista.

A abrir o ciclo será exibido o filme “Malangatana Contador de Histórias”, de Joaquim Lopes Barbosa, obra proibida antes do 25 de Abril de 1974 e que nunca chegou a ter estreia comercial.

A programação inclui ainda documentários e filmes de realizadores como Sol de Carvalho, Isabel Noronha e Adrian Pennink, convidando o público a revisitar diferentes momentos da trajectória de Malangatana e a influência que continua a exercer sobre novas gerações de criadores.

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Cultura

Música e poesia encontram-se em “Suavidade no Grave” no 16NetO

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No dia 10 de Junho, às 19h, o Espaço Cultural 16NetO acolhe “Suavidade no Grave” (SNG), uma performance musical que reúne Arnaldo Tembe, Inocêncio Oliveira e N’wantsukunyane Khanyisani numa proposta que cruza música instrumental e poesia falada.

O espectáculo parte do encontro entre dois baixos eléctricos e a palavra poética, explorando as possibilidades expressivas das frequências graves e da oralidade. Em palco, as cordas conduzem o diálogo sonoro, enquanto a poesia acrescenta narrativas, imagens e reflexões que ampliam a experiência de escuta.

Mais do que um concerto, “Suavidade no Grave” propõe um espaço de encontro entre diferentes linguagens artísticas. A música e a poesia surgem como elementos complementares, construindo uma atmosfera marcada pela escuta, pela contemplação e pela intensidade emocional.

A iniciativa junta artistas com percursos distintos, mas unidos pelo interesse em explorar novas formas de comunicação através da arte.

Entre eles destaca-se Arnaldo Tembe, músico, poeta e escritor moçambicano residente em Maputo. Baixista, guitarrista e beatmaker, tem colaborado com diversos artistas da cena nacional e integra projectos como Massoni ka Dhitsuri e Hybrid Band. Paralelamente à música, desenvolve trabalho na literatura, tendo sido distinguido e seleccionado em vários concursos de poesia e conto.

A performance conta ainda com a participação do baixista Inocêncio Oliveira e da poetisa N’wantsukunyane Khanyisani, completando um elenco que faz da palavra e do som instrumentos de criação e diálogo.

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Cultura

Stewart Sukuma homenageia Malangatana na Fundação Fernando Leite Couto

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Stewart Sukuma chega ao Grammy

A Fundação Fernando Leite Couto acolhe, no próximo dia 5 de Junho, às 18h00, o espectáculo “Memória em Sol Maior”, uma proposta multidisciplinar inspirada no universo artístico e espiritual de Malangatana Valente Ngwenya.

Liderado por Stewart Sukuma e pela Banda (R)Evolution, o espectáculo junta música, poesia, pintura e costura ao vivo numa celebração da memória, transformação e criação colectiva.

A iniciativa transforma o palco num espaço vivo de diálogo entre tradição, identidade e imaginação, através de diferentes linguagens artísticas, numa homenagem à obra e ao legado de Malangatana, uma das maiores referências da cultura moçambicana.

O espectáculo contará ainda com participações especiais de Sónia Sultuane e Ana Girão, na poesia, assim como Milton Mavilingue, conhecido como “O Alfaiate”, e Sandra Pizura, artista plástica.

Recentemente, Stewart Sukuma voltou a destacar-se no panorama cultural lusófono ao vencer o Prémio Sophia de Melhor Canção Original, atribuído pela Academia Portuguesa de Cinema, graças à banda sonora do filme “Ancoradouro do Tempo”.

Os bilhetes custam 750 meticais e estarão à venda a partir do dia 1 de Junho, das 9h00 às 18h00, na Fundação Fernando Leite Couto, localizada na Avenida Kim Il Sung, nº 961, na cidade de Maputo.

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Cultura

CCFM inaugura exposição “Espir(itu)al: ciclos de transformação infinita”, de Dilayla Romeo

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O Centro Cultural Franco-Moçambicano, em parceria com o Millennium bim, inaugura na próxima terça-feira, 2 de Junho, às 18h, na sua Sala de Exposições, a mostra “Espir(itu)al: ciclos de transformação infinita”, da artista moçambicana-espanhola Dilayla Romeo, com curadoria de Sara Carneiro. A exposição estará patente até ao dia 1 de Agosto.

“Espir(itu)al” nasce de um processo de reconexão da artista com a sua ancestralidade, desenvolvido através de práticas de escuta, presença e transformação.

O projecto reúne um conjunto de obras que cruzam fotografia, vídeo, som e instalação, numa abordagem interdisciplinar que amplia a experiência artística para uma dimensão sensorial e contemplativa.

No centro da exposição está uma relação sensível com a natureza, entendida como presença viva. As plantas surgem não como elementos de representação, mas como entidades activas — portadoras de memória, tempo e transformação — com as quais a artista estabelece uma relação de cuidado e atenção.

A exposição afirma-se como um espaço de imersão e desaceleração do olhar, convidando o público a uma experiência de maior proximidade com o mundo natural.

Dilayla Romeo é uma contadora de histórias visuais, artista de foto-media e investigadora, apaixonada por envolver-se fisicamente com a natureza e com processos orgânicos na sua prática artística interdisciplinar.

A sua prática baseia-se na fotografia alternativa e experimental, incorporando investigações interculturais, arte-ciência e colaborações transdisciplinares.

A investigação mais recente de Dilayla foca-se em plantas africanas com propriedades curativas significativas para as cosmogonias moçambicanas. A sua prática artística constitui uma vibrante tecelagem entre fotografia alternativa, diálogos interculturais e explorações científicas, desafiando os limites da captação da alma dos processos vivos.

Sussurros interculturais e intuições espirituais alimentam a sua exploração interdisciplinar, esbatendo as fronteiras entre artista e ambiente.

Dilayla licenciou-se em Fotografia de Belas-Artes na Escola de Arte e Design Serra i Abella, em Barcelona, Espanha. O seu trabalho já foi apresentado em exposições individuais e colectivas, a nível nacional e internacional.

Convite à comunicação social

Cientes da importância cultural e social deste evento, os organizadores convidam os órgãos de comunicação social a estarem presentes e a cobrirem este momento especial.

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