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D-Lon da Nice regressa, mais uma vez, para a sua melhor parceira

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D-Lon da Nice

Depois de quase cinco anos afastado da sua melhor parceira, a música, como o faz saber no som “Estou Aqui”, o rapper moçambicano D-Lon da Nice está, como um bom filho, mais uma vez de volta à música.

O rapper moçambicano vai subir ao palco no próximo dia 28 de Março, no Kardápio Kaseiro Restaurante, Bar & Lounge, no âmbito da noite “Sábados q.b.”, com início marcado para as 19h30.

O regresso é tanto mais significativo quanto inesperado. Nas redes sociais, D-Lon tinha deixado no ar a ideia de um afastamento prolongado, sem data de retorno, dedicando assim a sua vida à família, ao crescimento profissional e ao “direccionamento” dos jovens com base nas suas experiências.

Neste regresso, segundo o cartaz, D-Lon leva consigo ao palco flow, delivery e lirismo consciente, uma receita que os fãs do artista conhecem bem.

Figura de referência do hip-hop nacional, D-Lon é ex-integrante dos grupos Elex (Track Records) e Negócios de Família, e CEO da sua própria editora, a Nice Recordz, que lançou em tempos o jovem músico Fiex.

A trajectória do artista é marcada por uma escrita introspectiva e socialmente comprometida, como também por vindas e voltas. Dentre os lançamentos, “Estou Aqui” e “Good Vibes” foram os últimos lançamentos do rapper.

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Sóstenes Rego alerta para importância das línguas maternas em Moçambique

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O professor e pesquisador Sóstenes Rego apresentou, na quinta-feira passada, 20 de Fevereiro, na Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO), a palestra “A Língua Materna e suas Implicações no Nosso Quotidiano”, no âmbito das celebrações do Dia Internacional da Língua Materna.

A sessão, moderada pelo professor Gilberto Milice, proporcionou um momento de reflexão e diálogo sobre o papel das línguas maternas no desenvolvimento social, cultural e académico em Moçambique.

A iniciativa integrou o programa de actividades alusivas ao Dia Internacional da Língua Materna, celebrado anualmente a 21 de Fevereiro, data instituída pela UNESCO para incentivar a preservação e valorização da diversidade linguística.

Segundo a Associação dos Escritores Moçambicanos, o encontro reforçou a consciência sobre a importância das línguas maternas na construção da identidade e no acesso ao conhecimento.

O evento contou com a participação de membros da AEMO, estudantes, investigadores, comunicadores e público em geral, consolidando o compromisso da associação na promoção da literatura e do debate cultural em Moçambique.

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Karina Jamal anuncia agendas ecológicas

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A empresária moçambicana Karina Jamal anunciou, através das suas redes sociais, a criação de uma nova linha de agendas produzidas a partir de papel reciclado, unindo sustentabilidade ambiental à promoção do emprego feminino no sector industrial.

Karina explicou que as agendas foram desenvolvidas pela Koko Boxes com o intuito de gerar mais oportunidades de trabalho para mulheres nas áreas de produção e operações industriais. “Abracem a nossa causa e juntem-se a nós em fazer escolhas mais sustentáveis”, escreveu a empresária, acrescentando que as agendas podem ser personalizadas para marcas e instituições.

Nas páginas internas das agendas, o texto reforça que o projecto transforma papel reciclado em novas oportunidades de vida, promovendo emprego feminino e sustentabilidade:

“Cada papel reciclado representa não apenas uma nova vida útil, mas também uma chance para várias mulheres florescerem nas suas carreiras. Juntos vamos construir um futuro mais verde e justo para todos.”

Para Karina Jamal e a equipa da Koko Boxes, o lançamento da agenda é mais do que um produto: é uma acção com impacto social e ambiental, reforçando a importância da inclusão económica das mulheres e da responsabilidade ambiental.

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Nova música de Marllen “vaiada” no facebook

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A artista moçambicana Marllen Preta Negra, trouxe a tona a sua a música “Cheias (Swivanga Xirilo)” de 2015, como uma iniciativa que visa mobilizar ajuda humanitária para as vítimas das cheias que voltam a assolar Moçambique em 2026.

Segundo a publicação feita nas redes sociais, a obra surge como um apelo solidário para reduzir o sofrimento das famílias que perderam bens e foram obrigadas a abandonar as suas residências, procurando sensibilizar a sociedade para a gravidade da situação vivida nas zonas afetadas.

No entanto, a iniciativa gerou forte polémica nas redes sociais, com vários internautas a criticarem o recurso à música num contexto de calamidade. Alguns comentários questionam a utilidade do trabalho para quem se encontra em áreas inundadas, enquanto outros ironizam a proposta, considerando-a desnecessária perante a urgência de ajuda material.

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