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Nephew 258 esgota Rádio Moçambique e anuncia segundo álbum

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Foram precisos apenas alguns versos de “Vibes e Sentimentos” para que o Estúdio Auditório da Rádio Moçambique, na última quinta-feira, se rendesse a Nephew 258.

A primeira canção da noite, que dá título ao álbum de estreia do artista moçambicano, funcionou como declaracão de princípios, a plateia que esgotou a sala, cantou cada palavra como se fossem suas. 

Era quinta-feira, 19 de Fevereiro, e o primeiro concerto do ano da Mbenga Live Session prometia e cumpriu.

A banda foi composta por Cynthia  Sores(coros), Hermen Intuere (guitarra), Meck Senda (baixo), Shelton Chirindza (bateria), Luís Ouana (teclado) e Kevin Jamisse (saxofone), que formaram um colectivo coeso que acompanhou o artista durante duas horas de espectáculo. 

O alinhamento percorreu a totalidade dos temas mais representativos do repertório do artista. A “Cupido”, cantada em coro pelo público, seguiu-se “Sou mulher”, que encontrou especial adesão junto da plateia feminina. “Abstinência” fechou a primeira parte, mas antes Cynthia Soares foi promovida de corista a vocalista por alguns minutos, mostrando potência vocal numa escrita intimista que arrancou aplausos.

A segunda parte trouxe “Johnson”, com a participação de Kametee projectada em ecrã, “Teu corpo” e “Tas a ver nada”, versões ao vivo que superaram o registo do álbum. Seguiram-se as participações especiais: Denilson LA em “Tinheleti” e Denilson Manhique em “Brinca bem”, tema inédito que deverá integrar o próximo trabalho do artista. O público respondeu com entusiasmo, cantando mesmo sem conhecer as letras.

No fim, depois de “Mambo novo”, o público pediu mais. A banda regressou ao palco e repetiu três músicas, num bis prolongado que encerrou a noite já depois da meia-noite.

Em declarações no final do concerto, Hélio Nguane, director artístico e curador da Mbenga Live Session, revelou que a iniciativa pretende levar ao palco da Rádio Moçambique novas vozes da música moçambicana. “A revolução musical não vai ser parada”, afirmou, deixando um apelo a potenciais parceiros. Helder Leonel, em representação da rádio, classificou o projecto como “mais que promissor” e “necessário para o panorama musical do país”.

Do palco, Nephew 258 fez questão de anunciar que a segunda parte do seu álbum de estreia está concluída e aguarda apenas o momento certo para ser lançada ainda este ano. O público, que ocupou todos os lugares do auditório, saiu com a promessa de que voltará para mais. A música moçambicana, pelo menos nesta noite, esteve em boas mãos.

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MC Roger e Mauro Flow preparam o próximo hit do verão

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MC Roger e Mauro Flow preparam uma nova colaboração musical que deverá chegar acompanhada de um videoclipe, numa parceria que junta uma das figuras históricas da música moçambicana a um dos nomes em ascensão na cena do Kompa.

A novidade foi avançada nas redes sociais, onde os dois artistas aparecem juntos em Maputo, numa imagem que antecipa o lançamento do novo trabalho. Publicações sobre a parceria indicam que a música e o respectivo videoclipe deverão ser disponibilizados brevemente nas plataformas digitais.

A colaboração coloca frente a frente duas gerações distintas da música nacional. MC Roger, nome artístico de Rogério Dinis, construiu uma carreira de várias décadas, com sucessos como “Em Maputo Me Sinto Bem”, “Tu És Bela”, “Mexe Esse Mambo”, “Zagaza” e “Patrão é Patrão”. O artista também tem no seu percurso colaborações com nomes como Mr. Arssen, Doppaz e Ziqo.

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Chua Nuvunga e Nhez Nguenha revelam sua “Voz de Rua” na casa dos Coutos

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Os artistas moçambicanos Chua Nuvunga e Nhez Nguenha juntam-se na exposição “Voz de Rua”, uma mostra que cruza pintura e escultura para explorar diferentes formas de representar o corpo, a liberdade, o desejo e a condição humana.

A exposição está patente desde 5 de agosto e segue aberta ao público até 28 de agosto.

A mostra reúne pinturas sobre tela de Nhez Nguenha e esculturas em madeira e metal de Chua Nuvunga, colocando em diálogo dois percursos artísticos distintos, mas com pontos de encontro na forma como abordam questões humanas e sociais.

Na pintura de Nhez, destacam-se as cores intensas, o rigor do acabamento e a atenção ao detalhe. As obras combinam elementos abstractos e figurativos, criando ambientes onde aves, instrumentos musicais e outros símbolos remetem para a liberdade, o desejo, a utopia e a incerteza.

Já Chua Nuvunga transforma essas ideias em matéria. Através da madeira e do metal, o artista cria esculturas que exploram corpos fragmentados, transformação e união, convidando o público a imaginar as histórias por detrás de cada peça.

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Neyma usa a Marrabenta para reforçar o aleitamento materno

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Teve início, a 1 de Agosto, a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Para assinalar a efeméride, a cantora moçambicana Neyma recuperou a canção “Leite Materno”, reforçando a sensibilização da sociedade para a importância da amamentação.

A canção enquadra-se nas actividades que a cantora desenvolve enquanto embaixadora da UNICEF em Moçambique, cargo que exerce desde Novembro de 2014.

“O leite materno é precioso e é o melhor do mundo nos primeiros seis meses de vida do bebé”, reforça a artista na publicação.

A Semana Mundial do Aleitamento Materno decorre este ano sob o lema “Amamentação para um começo de vida sustentável: fortaleça o que funciona.”

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