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Lançamento do livro “Escadaria de Cadáveres” da autoria de Albert Dalela.
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A Editorial Fundza vai lançar, no dia 31 de Outubro, às 17h30, no Camões – Centro Cultural Português, em Maputo, o livro “Escadaria de Cadáveres” da autoria de Albert Dalela.
A ser apresentado por Conceição Siueia e comentado por Lucas Alves Costa, “Escadaria de Cadáveres” traz a história de um detective, ex-polícia, que perdeu o seu emprego na corporação devido a um escândalo de corrupção.
O seu nome não é revelado, mas ele descreve-se como um homem que vive na miséria, com problemas de alcoolismo e que foi abandonado pela esposa e filha.
Recrutado para trabalhar numa Agência de Detectives Discretos, encarregou-se de trazer a resposta para dois casos, simultaneamente: A Morte das trigémeas e o Palhaço Assassino.
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Mafalala acolhe iniciativa cultural de narração de estórias
O bairro da Mafalala acolheu, no dia 4 de Maio, uma sessão de narração de estórias conduzida pela formadora Inês Blanc, no Espaço UTOPIA, no âmbito das celebrações do Dia Mundial da Língua Portuguesa.
A iniciativa foi promovida pelo Camões – Centro Cultural Português em Maputo, em parceria com o projecto CONTAMIMANDO, a Biblioteca Móvel Vovó Cecília e o Projecto UTOPIA, reunindo diferentes actores culturais em torno da valorização da língua portuguesa e da promoção da leitura.
Participaram na actividade alunos da Escola Primária Unidade 22 e da Escola Primária 25 de Setembro, bem como crianças residentes na Mafalala ligadas à Biblioteca Móvel Vovó Cecília. A sessão foi marcada pela partilha de estórias e pela interacção com os mais novos, incentivando o gosto pela leitura e pela tradição oral.
A iniciativa enquadra-se nas celebrações do Dia Mundial da Língua Portuguesa, assinalado a 5 de Maio, e reforça o papel da cultura na formação das novas gerações, promovendo o contacto das crianças com a literatura desde cedo.
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Mr.Bow continua o “rei” da música moçambicana, diz Kadabra Mc
Conhecido pelas suas performances nas batalhas líricas e pelo freestyle “Toda gente sabe”, Kadabra MC não hesitou em afirmar que Mr. Bow continua a ser o verdadeiro ‘rei’ da música moçambicana.
Na sua análise, o rapper reconhece que Moçambique possui inúmeros artistas talentosos em diferentes géneros. No Hip Hop, por exemplo, destacou nomes como Hernâni da Silva, 16 Cenas e Júnior, pela sua capacidade de escrita e performance, sem deixar de mencionar Nikotina KF, que considera estar num nível “assustador”. Ainda assim, observa que grande parte do público continua a atribuir o título de “rei” do rap a Duas Caras.
Apesar dessas referências, Kadabra MC defende que o estatuto de “rei” vai muito além de técnica, flow ou qualidade musical. Para ele, o verdadeiro critério está na consistência, na bagagem construída ao longo dos anos, no posicionamento e na estrutura sólida dentro da indústria, fatores que, segundo afirma, colocam Mr. Bow num patamar único.
O rapper também reconheceu o bom momento de artistas como Twenty Fingers, Justino Ubakka e Nelson Tivane, elogiando o talento e impacto de cada um.
Num tom sincero, Kadabra MC fez questão de frisar que não tem interesses pessoais ao elogiar o artista.
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Alfredo Cunha expõe “Rostos da Imigração” em Portugal
A galeria da UCCLA, em Portugal, acolhe no próximo dia 23 de abril, às 18h30, a inauguração da exposição de fotografia “Rostos da Imigração”, da autoria do reconhecido fotojornalista Alfredo Cunha.
A mostra apresenta um olhar sensível e profundamente humano sobre as experiências de imigração em Portugal, com destaque para as comunidades lusófonas. Através de retratos marcantes, o autor revela histórias de identidade, pertença e diversidade, dando voz e rosto a quem constrói novos caminhos fora do seu país de origem.
Patente ao público até 20 de maio, a exposição poderá ser visitada de segunda a sexta-feira, entre as 10h00 e as 13h00, e das 14h00 às 18h00. A entrada é livre.
A iniciativa integra o ciclo de conferências “Desafios Atuais da Imigração Lusófona: Portugal e União Europeia”, promovido pela UCCLA em parceria com a Universidade de Lisboa, realizado em 2025.
Nascido em Celorico da Beira, Portugal, em 1953, Alfredo Cunha é um dos mais conceituados fotojornalistas portugueses, com uma carreira que se estende por mais de cinco décadas. Tornou-se amplamente conhecido pelas imagens icónicas da Revolução de 25 de Abril de 1974 e do processo de descolonização.
Ao longo do seu percurso, foi fotógrafo oficial dos Presidentes Ramalho Eanes e Mário Soares, tendo colaborado com publicações como Notícias da Amadora, O Século e Público, além da agência Lusa. Cobriu momentos históricos como a independência de Moçambique e a guerra colonial, tendo publicado dezenas de livros e realizado inúmeras exposições.
Entre as suas obras destacam-se “Os Rapazes dos Tanques” e várias antologias dedicadas à história contemporânea de Portugal. É Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.