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Cultura

Edna Jaime apresenta “Nyiko – A Celebração” no Franco-Moçambicano

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A performer moçambicana Edna Jaime apresenta “Nyiko – A Celebração” na sexta-feira, 24 de Outubro, às 19h, na Sala Grande do Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM).

O espectáculo é uma obra de dança contemporânea que funde movimentos e ritmos tradicionais moçambicanos com linguagens coreográficas modernas, celebrando a gratidão, a resiliência e a união comunitária, bem como a diversidade e singularidade do dom (Nyiko) presente em cada indivíduo.

Com diferentes disciplinas artísticas em palco, a criação constrói uma narrativa visual e sonora que conecta corpo, ritmo e ancestralidade. O elenco reúne Francisco Macuvele, Alberto Nhabangue, Sucre da Conceição, Diogo Amaral, Sussekane, Radjha Ally e a Associação Cultural Machaka, num colectivo que celebra a força da colaboração e o poder do movimento.

“Nyiko – A Celebração” é um convite a partilhar histórias, memórias e emoções, exaltando a vida em comunidade e a importância das contribuições individuais dentro do colectivo. Ciente do valor cultural e social da obra, a organização convida os órgãos de comunicação social a estarem presentes e cobrirem este momento especial.

Edna Jaime, nascida em Setembro de 1984, em Maputo, é uma performer e coreógrafa moçambicana com mais de duas décadas de carreira internacional. Começou a sua formação artística na Casa da Cultura de Maputo em 1996, especializando-se em dança tradicional e canto.

Em 2001 descobriu a dança contemporânea, área na qual construiu uma trajectória marcada pela inovação e interculturalidade, colaborando com artistas moçambicanos e internacionais e participando em projectos que unem dança, cinema e performance.

Entre os seus trabalhos mais marcantes estão “Niketche” (2005), apresentado em França no festival Danse L’Afrique Danse, e “Lady, Lady” (2016), uma colaboração entre Moçambique, África do Sul e Madagáscar. Com a coreografia “O Bom Combate”, conquistou o Prémio Reconhecimento ZKB – 2021, na Suíça.

Em 2021 fundou a KHANI KHEDI – Soluções Artísticas, produtora que orienta os seus projectos e iniciativas de artivismo, promovendo a reflexão social através da arte. Entre os trabalhos mais recentes destacam-se a performance no Melhor Vídeo de Hip Hop Moz – 2022 e o Projecto Fotográfico “7 de Abril” (2023), em parceria com Ivan Barros, que homenageia a mulher moçambicana como artista e agente de transformação social.

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Cultura

9Na Cons lança novo álbum “Quem Mais Seria”

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O colectivo moçambicano de Hip-Hop 9Na Cons (Nona Constelação) lança, no próximo dia 07 de Março de 2026, na cidade de Maputo, o seu segundo álbum de originais intitulado “Quem Mais Seria”. O trabalho discográfico marca mais uma etapa na trajectória do grupo, que reúne artistas da cidade da Matola, na província de Maputo.

O álbum é composto por 19 faixas e estará disponível para aquisição em formato CD e flash/USB. Para além da música, o colectivo prepara também uma linha de merchandising oficial, que inclui camisetes, bonés e outros artigos personalizados associados à identidade do grupo.

Formado por 14 artistas, o 9Na Cons reforça com este lançamento o seu posicionamento dentro do movimento Rap/Hip-Hop moçambicano, mantendo uma abordagem lírica ligada à realidade social do país. As músicas abordam temas como desigualdade social, identidade, cultura urbana e justiça social, preservando o estilo crítico e consciente que caracteriza o colectivo.

Segundo o CEO do grupo, Márcio Zunguze, o lançamento do álbum representa mais do que a apresentação de um novo produto musical. O responsável afirma que o projecto simboliza uma conquista importante num contexto cultural desafiante e constitui também um contributo para o crescimento da cultura Hip-Hop em Moçambique, contando ainda com a participação de vários artistas e grupos da cena urbana nacional.

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Cultura

Paulina Chiziane considerada Melhor Escritora de África

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A escritora moçambicana Paulina Chiziane foi anunciada como nomeada na categoria de Melhor Escritora de África no African Award Creators and Directors Excellence, prémio que distingue personalidades que se destacam na promoção da cultura africana através da literatura, arte e criatividade.

A cerimónia de premiação está marcada para o dia 28 de Abril, no EPIC SANA, e deverá reunir diversas figuras de destaque das áreas do cinema, moda, música e outras expressões artísticas. 

O evento posiciona-se como uma das principais plataformas de reconhecimento cultural em África, celebrando criadores que contribuem para o fortalecimento e projecção do património artístico africano.

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Cultura

Festival Solo de Xigubo celebra a força da dança tradicional moçambicana em Maputo

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A Associação Cultural Hodi Maputo Afro Swing realiza, no próximo dia 28 de fevereiro de 2026, a fase final da primeira edição do Festival Solo de Xigubo, um evento dedicado à valorização, preservação e promoção da dança tradicional Xigubo, uma das expressões culturais mais emblemáticas de Moçambique.

O evento terá lugar às 15h00, na Rua do Parlamento, Quarteirão 42, no Bairro Polana Caniço B, e reunirá bailarinos, coreógrafos, fazedores de cultura, membros da comunidade e amantes das artes tradicionais.

O Festival Solo de Xigubo tem como principal objetivo criar um espaço de afirmação artística para bailarinos que se dedicam individualmente à prática do Xigubo, incentivando a criatividade, a pesquisa e a inovação, sem perder de vista as raízes e os valores culturais desta dança ancestral. Ao longo do festival, os participantes são desafiados a apresentar performances que evidenciem técnica, expressividade, originalidade e respeito pela tradição.

A fase final contará com apresentações a solo avaliadas por um júri composto por profissionais da dança e da cultura, culminando com a distinção dos melhores concorrentes. Para além da vertente competitiva, o festival assume-se como um importante momento de encontro, partilha de saberes e reflexão sobre o papel das danças tradicionais na sociedade contemporânea.

Segundo a organização, o Festival Solo de Xigubo surge da necessidade de fortalecer os mecanismos de salvaguarda do património cultural imaterial, ao mesmo tempo que se criam oportunidades concretas para jovens artistas se projetarem no panorama cultural nacional.

A entrada é livre, e o público é convidado a juntar-se a esta celebração da identidade, da memória e da resistência cultural moçambicana, expressa através do corpo, do ritmo e do movimento.A Associação Cultural Hodi Maputo Afro Swing convida os órgãos de comunicação social a estarem presentes na cobertura deste importante evento cultural, contribuindo para a divulgação e valorização das danças tradicionais moçambicanas.

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