Cultura
Mário Macilau leva a essência de Moçambique à Berlim
- Share
- Tweet /var/www/wptbox/wp-content/plugins/mvp-social-buttons/mvp-social-buttons.php on line 67
https://xigubo.com/wp-content/uploads/2022/05/MARIO-MACILAU-800x600.jpg&description=Mário Macilau leva a essência de Moçambique à Berlim', 'pinterestShare', 'width=750,height=350'); return false;" title="Pin This Post">
O fotógrafo moçambicano Mário Macilau será um dos destaques da exposição coletiva “Of Africa”, que estreia no dia 1 de fevereiro de 2025, na C/O Berlin.
A mostra, que ficará aberta ao público até 7 de maio de 2025, reúne artistas de todo o continente para apresentar novas narrativas sobre África, desafiando estereótipos e rompendo com visões eurocêntricas.
Conhecido por seu olhar crítico e sensibilidade artística, Macilau une-se a outros nomes internacionais para explorar temas como identidade, memória, tradição e transformação. A exposição está dividida em três eixos temáticos: “Identidade e Tradição”, “Contrahistórias” e “Futuros Imaginados”, proporcionando uma imersão nas múltiplas dimensões do continente africano.
Para Macilau, segundo hm artigo da BANTUMEN esta participação vai além de exibir suas fotografias. “Cada obra se insere em um diálogo colectivo.
É um gesto de ampliação das vozes africanas, ressignificando narrativas e conectando experiências que transcendem o individual”, destacou o artista.
Cultura
Festival do Filme do Oceano Índico aproxima-se da 3ª edição
A organização do Festival International du Film de l’Océan Indien (FIFOI) anunciou a aproximação da sua 3ª edição, marcada para decorrer de 14 a 19 de abril de 2026, reunindo realizadores, cinéfilos e profissionais da indústria cinematográfica da região do Oceano Índico.
Segundo a organização, o festival promete destacar narrativas singulares e perspectivas comprometidas, valorizando produções ligadas às realidades culturais e sociais do espaço do Oceano Índico.
Para além das exibições de filmes, o evento deverá incluir encontros entre cineastas, debates e momentos de celebração do cinema, culminando com as cerimónias de abertura e de encerramento, cujos bilhetes já podem ser reservados pelo público interessado.
Cultura
Escritor moçambicano Francisco Panguana Jr. em residência no Madagáscar
O escritor moçambicano Francisco Panguana Júnior integram a residência de criação artística “Artivismo para o empoderamento social das mulheres”, que decorre até domingo em Antananarivo, no Madagáscar.
O programa é implementado em parceria com a Ambivert e visa criar uma plataforma artística e pedagógica de abordagem de estratégias de empoderamento social das mulheres através do uso da arte literária.
Durante o período da residência, Francisco Panguana Júnior participará de actividades como debates sobre o artivismo literário, oficinas de produção artística, “workshop” de disseminação sobre o artivismo para o empoderamento social das mulheres e visitas a instituições culturais e artísticas.
O programa de mobilidade artística é suportado pela Comissão do Oceano Índico e visa o intercâmbio artístico e cultural nos países que fazem parte da organização, designadamente Moçambique, Madagáscar, Seychelles, Ilhas Reunião e Maurícias.
Nascido em Maputo, em 1990, Francisco Panguana Júnior é também docente. Formado em ensino de Português/Inglês, lecciona desde 2012 e usa a literatura como ferramenta de intervenção social e artística.
É o vencedor da sexta edição do Prémio Literário Fernando Leite Couto 2024 com o romance “Os Peregrinos da Sobrevivência”. Como galardão viu o seu livro publicado pela fundação com o mesmo nome, bem como recebeu 150 mil meticais e beneficiou de uma residência literária em Portugal.
Em 2023 venceu a primeira edição do Prémio Literário Carlos Morgado, organizada pela fundação homónima e pela plataforma Catalogus, com o conto “A Ilegítima Defesa de Adão”. O texto vencedor integra a colectânea “Novas Vozes, Novas Estórias”, que reúne os contos dos dez finalistas daquela edição inaugural. A premiação incluiu um valor monetário e obras de autores moçambicanos.
Fonte: Jornal Notícias
Cultura
Música de Lenna Bahule e Otis integra trilha sonora de nova novela da Globo
As músicas “Valha” e “Hoya Hoya” dos músicos moçambicanos Otis Selimane e Lenna Bahule foram seleccionadas para compor a trilha sonora da nova novela da Globo, “Nobreza do Amor”, com estreia marcada para segunda-feira, 16 de Março.
“Valha” faz parte do mais recente álbum de Otis Selimane, intitulado “Músicas de Mbira e Outros Contos Bantu”. Trata-se de uma releitura da canção de autoria de Wazimbo e da icónica Orquestra Marrabenta Star, registrada no álbum Independance, de 1989.
A faixa conta com a participação especial de Selma Uamusse, cantora moçambicana radicada em Portugal, e do escritor e poeta António Mabjeca, que assina um poema inédito na canção, costurando a temática central da obra.
Por sua vez, “Hoya Hoya” faz parte do álbum Kumlango, de Lena Bahule, lançado em meados do ano passado. É uma recriação da música de Mingas. “É a celebração das nossas conquistas, estudos, pesquisas e lutas!”, descreve a a artista.
Inspirada em sua pesquisa sobre a voz e o corpo como instrumentos de expressão artística, Lenna Bahule “transforma a música em rito colectivo, onde dançar e cantar é também resistir e agradecer”.
“Nobreza do Amor” é uma fábula afro-brasileira que entrelaça o reino africano de Batanga e a cidade nordestina de Barro Preto. A trama acompanha a princesa Alika (Duda Santos), que foge para o Brasil após um golpe de Estado orquestrado por Jendal (Lázaro Ramos), o Primeiro-Ministro que usurpa o trono e assassina seu pai. Refugiada sob uma identidade falsa, ela apaixona-se por Tonho (Ronald Sotto), um trabalhador de engenho, enquanto o vilão cruza o oceano numa obsessiva caçada para capturá-la e consolidar seu poder.
A história mistura romance, aventura e disputas políticas, destacando a conexão ancestral entre Brasil e África.
Fonte: Jornal Notícias