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Killua acusado de vender drogas para enriquecer
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O cantor moçambicano Killua está no centro de uma controvérsia após alegações feitas por um perfil anônimo intitulado Unay Cambuna nas redes sociais. O perfil acusa o artista de ter financiado a construção de sua residência através de atividades ilícitas, especificamente o transporte de substâncias proibidas entre a África do Sul e Moçambique.
Segundo as alegações, Killua teria utilizado um veículo Jeep Grand Cherokee, supostamente roubado, para transportar o material escondido em compartimentos disfarçados.
O relato afirma que o cantor foi escoltado por seguranças armados até um armazém na região de Moamba, onde entregou o carregamento e recebeu cerca de 1,5 milhões de meticais como pagamento. O valor teria sido inicialmente enterrado por medo de represálias, sendo utilizado posteriormente para financiar a construção da casa.
Killua ainda não se pronunciou sobre as acusações, que geraram debates acalorados entre fãs e críticos nas redes sociais. Enquanto alguns pedem uma resposta clara do artista, outros defendem sua inocência, apontando que tais acusações carecem de provas concretas.
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Lara de Sousa apresenta “Kalunga” em Maputo
A realizadora Lara de Sousa apresenta a curta-metragem “Kalunga” na próxima quarta-feira, 15 de Abril, às 17h, no Auditório do Franco-Moçambicano, em Maputo.
A exibição do filme será seguida de uma conversa com o público, durante a qual a cineasta irá partilhar o seu percurso no cinema e as experiências que marcaram a sua formação e trajectória profissional.
Lara de Sousa já participou em espaços internacionais de referência como a Berlinale DocStation, o Durban Film Market e o Sundance Institute, experiências que, segundo a realizadora, contribuíram para o seu desenvolvimento no cinema independente.
O encontro pretende igualmente promover a reflexão sobre os desafios do cinema independente e as diferentes formas de construção de narrativas cinematográficas a partir de memórias, arquivos e vivências pessoais.
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Jimmy Dludlu prepara espetáculo de celebração de 40 anos de carreira
O guitarrista moçambicano Jimmy Dludlu prepara-se para celebrar 40 anos de uma carreira com um espetáculo especial agendado para o dia 24 de junho de 2026, nos Campos da UEM, em Maputo.
O evento promete ser uma homenagem à sua trajectória no Afro-Jazz, género no qual se afirmou como uma das maiores referências africanas, conquistando reconhecimento dentro e fora do continente.
Com produção de nível internacional, o concerto deverá contar com a participação de convidados de renome mundial, reforçando o carácter único da celebração.
Mais do que um espetáculo, a ocasião será um encontro entre gerações de amantes da música, celebrando o legado, a influência e a contribuição de Jimmy Dludlu para o desenvolvimento e projeção do Afro-Jazz.
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Iveth Marlene leva o rap moçambicano à academia
A rapper moçambicana Iveth Marlene entra para a academia ao ter a sua música “Mulher Heroína” incluída no livro “O Rap como Arte e Filosofia”, do professor e crítico Daúde Amade, que será lançado no dia 9 de Abril, no Instituto Guimarães Rosa, em Maputo.
A canção, de forte carga social, destaca o papel da mulher na sociedade e promove o empoderamento feminino, levantando questões sobre igualdade, respeito e representação cultural.
No livro, Daúde Amade propõe uma leitura do rap enquanto forma de arte e pensamento, mostrando como o género se tornou plataforma de intervenção social, destacando artistas que transformam a música em crítica e debate. O legado de Azagaia é igualmente abordado, reforçando o rap como instrumento de resistência e reflexão sobre a realidade moçambicana.
Refira-se que o lançamento será aberto ao público, reunindo artistas, académicos e fãs de hip-hop. Além da apresentação do livro, os presentes poderão participar em discussões, trocar experiências e adquirir exemplares da obra.