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Dilon Djindji recebe visita da Ministra da Cultura no hospital

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A Ministra da Cultura e Turismo, Eldevina Materula, visitou no dia 20 de Julho, no Hospital Central de Maputo, o músico Dilon Djindji, que se encontra sob cuidados hospitalares desde a última segunda-feira.

Dilon passou mal no dia 15 de Julho e esteve sob cuidados intensivos. Neste momento, continua no Hospital Central de Maputo, mas fora da Unidade dos Cuidados Intensivos.

Depois de interagir com a equipa médica e ter mantido uma breve conversa com o músico Dilon, Eldevina Materula referiu que o ícone da Marrabenta agradece a todo apoio que as várias forças, entre instituições, individuais e o Governo, têm revelado. Dilon mostrou-se optimista quanto à sua recuperação.

“Viemos dar este abraço pessoalmente, e, mais uma vez, manifestar que estamos com ele e que somos muito gratos ao seu trabalho. Este é mais um gesto de carinho que estamos a demonstrar ao nosso mestre da Marrabenta”.

Materula apela à sociedade em geral para que apoie o músico, consumido os seus produtos (adquirindo CD), como melhor forma de prestar assistência tanto ao músico como à familia.

O filho do músico, António Dilon Djindji, disse que o seu pai está a registar melhorias, embora sofra recaídas, facto que preocupa a família. Entretanto, a família mostrou muita satisfação por todo apoio que está a ser prestado ao músico.

A Médica-Chefe em Serviço, Anilsa Daniel,

confirma que o artista está melhor e estável, mas ainda carece de cuidados especiais. “Ele entrou grave, mas demostra melhorias. É um doente que carece de atenção de todas equipas em serviço. Estamos empenhados em fazer o melhor”.

Dilon Djindji é uma figura proeminente no campo da música moçambicana, tendo tido um papel importante na afirmação do género Marrabenta.

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“Não existe indústria da moda em Moçambique” – King Levi

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O consultor de moda moçambicano King Levi, fez uma análise crítica sobre os desafios enfrentados pela moda no país, destacando a falta de uma estrutura organizacional como o maior obstáculo.

Segundo ele citado pela revista Ndzila, Moçambique ainda não possui uma indústria de moda devidamente organizada, o que dificulta o crescimento e a profissionalização do setor.

Para Levi, a solução passa por ampliar o acesso a materiais de qualidade, investir em educação especializada e fomentar o apoio financeiro tanto do governo quanto do setor privado. O consultor defende que, sem esses elementos, a moda moçambicana continuará a enfrentar dificuldades para competir no cenário internacional.

Entre as medidas que poderiam transformar o setor, aponta a reativação das fábricas têxteis no país e a criação de uma universidade especializada em moda. Essas iniciativas, segundo Levi, são essenciais para que Moçambique conquiste reconhecimento global e desenvolva uma indústria sustentável e competitiva.

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Paulina Chiziane defende resgate da identidade moçambicana

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Paulina Chiziane defende que a mulher moçambicana deve resgatar suas raízes para preservar sua identidade cultural. Durante uma palestra na Universidade Pedagógica de Maputo, a escritora criticou o uso excessivo de cabelos importados, considerando essa prática uma forma de “auto-colonização” que enfraquece os valores africanos. Para ela, é essencial que as mulheres reconheçam a riqueza da sua própria cultura e parem de se descaracterizar.

A autora de Balada de Amor ao Vento fez um apelo direto às mulheres, destacando a importância do cabelo na história africana. “O cabelo da mulher negra salvou gente, mas vocês acham que ele não presta. Respeitem o vosso cabelo, reconheçam o papel histórico para a libertação humana através do vosso cabelo”, afirmou. Chiziane também incentivou a reflexão sobre como certas escolhas estéticas podem afastar as mulheres de sua verdadeira essência cultural.

Além disso, a escritora ressaltou que a academia tem um papel fundamental na preservação da identidade nacional. Ela encorajou as mulheres a contribuírem para a escrita da história moçambicana, garantindo que as futuras gerações conheçam e valorizem suas origens.

Fonte: O Pais

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Virgem Margarida revolta-se no Scala

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O filme de ficção Virgem Margarida será exibido nesta quinta-feira (05) no Cine Teatro Scala, na cidade de Maputo, às 18h.

Com duração de 90 minutos, o filme Virgem Margarida retrata um cenário vivido no pós-independência (1975), em que as prostitutas eram levadas para um campo de reeducação na zona norte do país, concretamente na província de Niassa.

Margarida, uma jovem simples, é enviada por engano para o campo de reeducação, onde enfrenta várias dificuldades.

O filme será exibido no âmbito das comemorações do mês da mulher moçambicana, e Margarida “ilustra” a vida de muitas mulheres que, devido às dificuldades que enfrentam, acabam vendo a prostituição como a solução para seus problemas. O filme foi lançado oficialmente em 2011.

Virgem Margarida é uma obra do cineasta luso-moçambicano Licínio de Azevedo, que já ganhou vários prêmios, incluindo o de Melhor Realizador de Ficção em Los Angeles, com Comboio de Sal e Açúcar.

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