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Liloca: Valeu a pena esperar 7 anos para casar com Mr Bow

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Mr Bow considera liloca seu amor para vida toda

No show do cantor Fred Jossias, realizado hoje, a cantora moçambicana Liloca surpreendeu ao revelar detalhes íntimos sobre seu relacionamento com o músico Mr Bow.

Após sete anos de espera, Liloca afirmou que valeu a pena esperar para se casar com Mr Bow, destacando que esse tempo foi crucial para conhecer profundamente seu esposo.

Liloca compartilhou que os sete anos de namoro permitiram que ela conhecesse Mr Bow em diferentes contextos e situações, fortalecendo a base de seu relacionamento antes do casamento.

Além disso, a cantora enfatizou que se considera submissa a seu parceiro e que encontra satisfação em agradá-lo, destacando a importância do respeito e da admiração mútua na relação.

Fora isso, a cantora disse ainda que apesar das pedras que foram lançadas Deus respondeu suas orações.

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Sóstenes Rego alerta para importância das línguas maternas em Moçambique

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O professor e pesquisador Sóstenes Rego apresentou, na quinta-feira passada, 20 de Fevereiro, na Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO), a palestra “A Língua Materna e suas Implicações no Nosso Quotidiano”, no âmbito das celebrações do Dia Internacional da Língua Materna.

A sessão, moderada pelo professor Gilberto Milice, proporcionou um momento de reflexão e diálogo sobre o papel das línguas maternas no desenvolvimento social, cultural e académico em Moçambique.

A iniciativa integrou o programa de actividades alusivas ao Dia Internacional da Língua Materna, celebrado anualmente a 21 de Fevereiro, data instituída pela UNESCO para incentivar a preservação e valorização da diversidade linguística.

Segundo a Associação dos Escritores Moçambicanos, o encontro reforçou a consciência sobre a importância das línguas maternas na construção da identidade e no acesso ao conhecimento.

O evento contou com a participação de membros da AEMO, estudantes, investigadores, comunicadores e público em geral, consolidando o compromisso da associação na promoção da literatura e do debate cultural em Moçambique.

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Karina Jamal anuncia agendas ecológicas

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A empresária moçambicana Karina Jamal anunciou, através das suas redes sociais, a criação de uma nova linha de agendas produzidas a partir de papel reciclado, unindo sustentabilidade ambiental à promoção do emprego feminino no sector industrial.

Karina explicou que as agendas foram desenvolvidas pela Koko Boxes com o intuito de gerar mais oportunidades de trabalho para mulheres nas áreas de produção e operações industriais. “Abracem a nossa causa e juntem-se a nós em fazer escolhas mais sustentáveis”, escreveu a empresária, acrescentando que as agendas podem ser personalizadas para marcas e instituições.

Nas páginas internas das agendas, o texto reforça que o projecto transforma papel reciclado em novas oportunidades de vida, promovendo emprego feminino e sustentabilidade:

“Cada papel reciclado representa não apenas uma nova vida útil, mas também uma chance para várias mulheres florescerem nas suas carreiras. Juntos vamos construir um futuro mais verde e justo para todos.”

Para Karina Jamal e a equipa da Koko Boxes, o lançamento da agenda é mais do que um produto: é uma acção com impacto social e ambiental, reforçando a importância da inclusão económica das mulheres e da responsabilidade ambiental.

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Nova música de Marllen “vaiada” no facebook

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A artista moçambicana Marllen Preta Negra, trouxe a tona a sua a música “Cheias (Swivanga Xirilo)” de 2015, como uma iniciativa que visa mobilizar ajuda humanitária para as vítimas das cheias que voltam a assolar Moçambique em 2026.

Segundo a publicação feita nas redes sociais, a obra surge como um apelo solidário para reduzir o sofrimento das famílias que perderam bens e foram obrigadas a abandonar as suas residências, procurando sensibilizar a sociedade para a gravidade da situação vivida nas zonas afetadas.

No entanto, a iniciativa gerou forte polémica nas redes sociais, com vários internautas a criticarem o recurso à música num contexto de calamidade. Alguns comentários questionam a utilidade do trabalho para quem se encontra em áreas inundadas, enquanto outros ironizam a proposta, considerando-a desnecessária perante a urgência de ajuda material.

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