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Homenagem a Azagaia em Lisboa é “ilegal”
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A Família da Luz, representante dos interesses do falecido músico moçambicano Azagaia, emitiu um comunicado oficial onde faz uma denuncia do uso não autorizado do nome e da imagem do artista no evento “Tributo a Azagaia – Povo no Poder”, marcado para o dia 28 de junho de 2024, na Casa Independente em Lisboa, Portugal.
Segundo o comunicado, o evento, que pretende homenagear a vida e obra de Azagaia, está a ser organizado sem o consentimento prévio da família ou dos representantes legais do músico. Tal uso não autorizado é considerado uma violação dos direitos de imagem e propriedade intelectual do artista, causando desconforto e desconfiança por parte dos familiares.
Devido a conflitos anteriores com a organização do evento, a Família da Luz solicitou publicamente que a entrada seja gratuita, como forma de respeito aos fãs e admiradores de Azagaia. Este ano marca a segunda edição do tributo, coincidindo com as celebrações dos 50 anos do 25 de abril, evento histórico em Portugal.
Além das performances musicais de artistas como Sam The Kid, Sir Scratch, Nayr Faquirá & Huca, o programa incluirá uma discussão sobre o legado de Azagaia, sob o tema “Azagaia: A palavra como património transversal ao pensamento decolonial”. A talk será conduzida pela antropóloga e jornalista Magda Burity e por Flávio Almada, ativista e fundador do movimento Vida Justa.
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Killua aprende a bloquear comentários
O cantor moçambicano Killua decidiu bloquear o espaço de mensagens em suas redes sociais após se ver no centro de uma controvérsia.
As acusações, feitas por um perfil anônimo conhecido como Unay Cambuna, sugerem que o artista teria financiado a construção de sua residência com dinheiro obtido através de actividades ilícitas, incluindo o transporte de substâncias proibidas.
Apesar da crescente pressão por esclarecimentos, Killua optou por não responder diretamente às alegações.
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Plutónio apoia Moçambique enquanto “os do terreno” cruzam os braços
O rapper luso-moçambicano Plutónio manifestou seu apoio ao povo moçambicano diante da tensão política que tem marcado o país.
Durante sua participação recente no Fly Podcast, o artista compartilhou uma mensagem de solidariedade, demonstrando preocupação com os acontecimentos.
“Quero mandar o meu apoio, a minha força. Apesar de musicalmente eu não ser muito político, não deixa de ser um assunto que me entristece. A minha família é moçambicana, a minha mãe é da Beira”, afirmou.
As palavras de Plutónio tocaram fãs moçambicanos, que reconheceram o gesto como um exemplo de empatia e conexão com suas raízes.
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Mana Cecy: Não sei porquê que estão a me cancelar
Após semanas fora do radar digital, a famosa conselheira de lares Mana Cecy ressurgiu em sua página no Facebook, que havia desaparecido após ser cancelada por posicionar-se contra as manifestações em curso em Moçambique.
No vídeo, Cecy aparece vestida de preto, dizendo estar de “luto nacional” e lamentando a polarização que a afastou de sua audiência.
Sem citar explicitamente as manifestações ou seu papel na polêmica, Cecy afirmou não entender os motivos do cancelamento. Contudo, reforçou que “as revoluções devem ser feitas em prol de Moçambique”, sugerindo que as críticas direcionadas a ela poderiam ter sido desnecessárias.