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“Pandza nasce com o som Maboazuda de Ziqo”- N’Star
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A música “Maboazuda” pertencente à Ziqo, foi um sucesso nacional por conta da sua mensagem, assim como pela forma inovadora coma a instrumental foi produzido, uma vez que entregava ao mercado musical algo novo e nunca escutado antes.
Mas o que poucos sabem é o nome do responsável pela produção da instrumental dessa musica.
A história de criação dessa música confundi-se com a da criação do Pandza, ritmo moçambicano criado por DJ Ardiles que o foi o homem a entregar o primeiro Pandza no mercado através da música “Maboazuda” de Ziqo.
A instrumental dessa música, foi criada num momento onde Ardiles, ainda tinha como seu laboratório o estúdio de N’Star que criava um ritmo com a base rap na tentativa de criar um produto único que não fosse confundido com nenhum que deu o nome de “Dzukuta”.
Nesse processo, Ardiles gostou da ideia, mas resolveu fazer alguns arranjos e trocar a base rap por uma do Dzukuta por uma “dancehall”, que entregou a Ziqo para gravar “Maboazuda”.
A música foi um sucesso de tal forma que todos queriam saber qual é o nome e Ziqo chamou de “Pandza”, embora Ardiles seu criador já tinha dado o nome de “Monza”.
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Essa narrativa, foi revelada por N’Star um dos criadores do estilo Pandza, durante a sua passagem pelo podcast “Vinyl”.
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Zander desiste da música moçambicana
Zander Baronet anunciou publicamente a sua despedida, através de um desabafo emocional partilhado nas redes sociais, onde expressa frustração com a falta de apoio do público, apesar da sua base significativa de seguidores.
Segundo o artista, projectos recentes não tiveram a recepção esperada, o lançamento de “L.O.V”, disponibilizado a 19 de Fevereiro, não ultrapassou as 40 mil visualizações, enquanto o mais recente trabalho, “Y.O.U”, registou apenas cerca de 100 visualizações e poucos comentários nas primeiras 48 horas. Estes números contrastam com os mais de 900 mil seguidores acumulados nas suas plataformas digitais.
Zander critica ainda aquilo que considera ser uma contradição no comportamento do público, o entusiasmo demonstrado presencialmente, que não se reflecte no apoio efectivo nas plataformas digitais. “O mesmo povo que me abraça para uma fotografia é o que se recusa a dar um clique”, refere.
Para além da falta de engajamento, o artista denuncia episódios de discriminação racial, particularmente dirigidos à sua esposa, criticada pela sua tonalidade de pele. O músico considera esta atitude uma “inversão de valores”, condenando a rejeição da identidade africana em detrimento de padrões externos.
Na mesma comunicação, revela ter encontrado maior valorização fora do seu país, na África do Sul, onde afirma estar a construir uma nova etapa da sua carreira. “Um guerreiro não fica onde não é honrado”, escreve, evocando as suas raízes ligadas ao povo amaZulu.
Anuncia ainda que passará a comunicar maioritariamente em língua inglesa, visando uma projecção internacional.
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Centro Cultural Franco-Moçambicano exibe filme francês “O Tempo de Amar”
O Centro Cultural Franco-Moçambicano vai exibir o filme O Tempo de Amar, da realizadora Katell Quillévéré, no dia 9 de Maio, às 17 horas, no auditório da instituição, em Maputo.
O filme conta uma história de amor situada no período pós-guerra, acompanhando duas personagens cujas vidas são marcadas por segredos e decisões difíceis.
Ao longo da narrativa, as escolhas dos protagonistas influenciam o rumo das suas vidas, num enredo que explora o amor, o tempo e as consequências das decisões humanas.
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“Pfuka U Phanda” ganha videoclipe
Os artistas Nelson Tivane, António Marcos e Dx Nuvunga lançaram o videoclipe da música “Pfuka U Phanda”, numa acção que marcou o encerramento das celebrações do Dia Internacional do Trabalhador, a 1 de Maio.
A música, lançada inicialmente em Dezembro de 2025, ganha agora uma nova dimensão com a componente visual, reforçando a colaboração entre os três artistas e ampliando o alcance da mensagem junto do público.
Com um conteúdo voltado à motivação, a faixa destaca a importância do trabalho, da persistência e da determinação, surgindo como um incentivo directo à juventude moçambicana.
Os músicos Nelson Tivane, António Marcos e Dx Nuvunga lançaram o videoclipe da música “Pfuka U Phanda”.
A estreia aconteceu a 1 de Maio, marcando as celebrações do Dia do Trabalhador.
A canção transmite uma mensagem de motivação, com foco no trabalho e na persistência.