Cultura
Tofo Tofo – o grupo moçambicano que ensinou Beyoncé a dançar
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Como diz o ditado: “É melhor estar preparado para uma oportunidade e não tê-la do que ter uma oportunidade e não estar preparado.” A história do Tofo Tofo inspirando o vídeo de Beyoncé é um ótimo exemplo dessa afirmação.
Tofo Tofo é um grupo de dança de Maputo, Moçambique, que pratica a dança pandza misturada com Kwaito, seus membros fundadores, Mário Buzi e Xavier Champione, segundo uma reportagem na Record Tv na altura, praticam dança desde tenra idade, ganhando popularidade ao dançar na rua e eventualmente em casamentos e outras funções.

Beyoncé viu um vídeo deles dançando há algum tempo e guardou na memória, aguardando o momento certo para incorporar a dança em seu próximo projecto. O momento chegou um ano depois, quando ela estava filmando seu novo vídeo “Run the World (Girls)“.
Beyoncé e sua equipe tentaram imitar e desenvolver seu estilo de dança no vídeo, mas não tiveram sucesso. Finalmente, Beyoncé decidiu voar com os meninos do Tofo Tofo para os Estados Unidos para ensiná-la e aos seus dançarinos. Houve um problema, pois ninguém sabia como encontrá-los. Eventualmente, após vários meses de busca, com envolvimento da embaixada, o grupo foi encontrado e voou para Los Angeles.

Tofo Tofo levou cerca de 19 dias para ensinar os dançarinos de Beyoncé a fazerem os passos, trabalhando das 10h às 18h todos os dias, e levaram três dias para gravar o vídeo. Os meninos estavam felizes por terem compartilhado sua cultura com o mundo por meio do vídeo.
Os meninos do Tofo Tofo trabalham amplamente entre jovens em várias partes de Moçambique para poder transmitir suas habilidades e contribuir para a construção da nação através disso.
Cultura
“Vhana Vha N’wetì” leva fusão de jazz internacional ao CCFM
O projecto musical “Vhana Vha N’wetì – Filhos da Lua” sobe ao palco do Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), em Maputo, este sábado, 18 de Abril, às 20h, no âmbito da 8ª edição do Jazz no Franco.
A iniciativa junta músicos de Moçambique, Finlândia e Noruega, num espectáculo que cruza diferentes tradições musicais, jazz contemporâneo e improvisação, tendo a Lua como símbolo de ligação entre culturas e geografias distintas.
Mais do que um concerto, trata-se de uma proposta de criação colectiva, onde artistas de diferentes origens partilham experiências sonoras e constroem em palco uma fusão musical marcada pela liberdade criativa e pela experimentação.
O elenco conta com nomes como o baterista moçambicano Deodato Siquir, o guitarrista Hélder Gonzaga, o saxofonista finlandês Pekka Pylkkänen e o guitarrista norueguês Steinar Aadnekvam, entre outros músicos que completam o projecto.
Cultura
Ique Langa estreia “O Profeta” no Lincoln Center em Nova York
O filme “O Profeta”, do realizador moçambicano Ique Langa, estreou esta semana em Nova Iorque, no âmbito do festival New Directors/New Films.
A obra será exibida no Film at Lincoln Center e no Museu de Arte Moderna (MoMA), com sessões acompanhadas de conversas com o realizador.
Esta estreia representa um dos pontos mais altos do percurso internacional do filme, que já vinha a ganhar destaque fora do país. Antes disso, “O Profeta” tornou-se o primeiro filme moçambicano seleccionado para a competição do Festival Internacional de Cinema de Roterdã, reforçando a sua projecção no circuito internacional.
Desde então, a obra tem sido exibida em vários contextos internacionais, contribuindo para a visibilidade do cinema moçambicano.
A presença em instituições de referência como o MoMA e o Lincoln Center confirma o impacto do trabalho de Ique Langa e abre mais espaço para cineastas moçambicanos emergentes no panorama global.
Cultura
Prémio Literário Mia Couto regressa para a 4.ª edição
A Cornelder de Moçambique e a Associação Kulemba lançaram a 4.ª edição do Prémio Literário Mia Couto, com inscrições abertas de 13 de Abril a 13 de Maio de 2026.
Criado em 2023, o prémio distingue anualmente as melhores obras de autores moçambicanos nas categorias de prosa (conto ou romance) e poesia, premiando um vencedor em cada área.
De acordo com o regulamento, os livros devem ser originais, publicados em formato impresso e possuir número de registo da Biblioteca Nacional de Moçambique ou do Instituto Nacional das Indústrias Culturais e Criativas.