Cultura
França rende-se ao talento de Sebastião Coana
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O artista visual Sebastião Coana co-founder do Movimento Artístico de Moçambique foi condecorado com uma medalha de ouro pela Divina Academia de Artes e Cultura de França. A distinção honorafíca foi no âmbito do reconhecimento e honra do seu trabalho humanitário através da arte.
A Divina Academia de Artes e Cultura de França foi fundada em 25 de outubro de 1995 em Paris- a academia ocupa um lugar previlegiado dentro da defesa, encorajamento e promoção de artes, ciências, letras, cultura, âmbito social e empresarial na França e no mundo inteiro, conta com mais de três mil membros em mais de trinta países.
Em suas redes sociais visivelmente emocionado com a condecoração, o artista enfatizou a necessidade de haver ‘‘coragem nos jovens artistas para seguir a arte como trabalho sério para a vida e saberem que não estão sozinhos neste mundo’’
A condecoração é resultado do trabalho social por ele exercido por meio dos projectos de arte social em Moçambique, produzido e realizado com vários jovens criadores nacionais e no Movimento Artístico de Moçambique, o seu trabalho intenso em Moçambique tornou se referência para o Mundo.
Em uma abordagem relativamente aos seus projectos, Coana revelou que com o movimento artístico pretende contribuir para uma nova imagem às ruas e locais de interesse, e não só; dar atractividade ao país. O que hoje é visível nas artérias da Cidade de Maputo e como consequência a Cidade ganhou mais pontos turísticos.
O seu trabalho envolve jovens que estão a ter oportunidade de trabalhar em diversos projectos, com o artista, que certamente tem muita experiência a partilhar.
Recentemente o artista teve uma exposicao patente na cidade de Paris denominada Harmonia e Tons– A alma vibrante de Mocambique, no edificio da embaixada de Mocambique, alusiva a celebracao do dia de Paz, harmonia de um com o outro Povo.
Cultura
Yumiko Yoshioka apresenta “Before the Dawn” no Franco-Moçambicano
A coreógrafa e bailarina japonesa Yumiko Yoshioka apresenta na quarta-feira, 22 de Abril, às 18h30, no Auditório do Centro Cultural Franco-Moçambicano, em Maputo, o espectáculo de dança contemporânea “Before the Dawn”.
A peça propõe uma experiência sensorial, em que o corpo em movimento se transforma continuamente, criando imagens, memórias e figuras que transitam entre o sonho e a realidade. Em palco, a artista constrói um universo dinâmico, marcado por mutações constantes e pela expressão corporal.
O espectáculo convida o público a mergulhar num jogo de luz e escuridão, explorando os limites entre o real e o imaginário.
Cultura
Contos de Mia Couto entre os melhores do mundo
O escritor moçambicano Mia Couto foi selecionado para integrar uma prestigiada coletânea internacional de contos lançada pela editora Penguin Random House. A obra, intitulada The Penguin Book of the International Short Story, reúne textos considerados entre os mais marcantes da ficção curta mundial.
Na antologia, Mia Couto participa com o conto “A Guerra dos Palhaços”, originalmente publicado no livro Estórias Abensonhadas. A versão em língua inglesa foi traduzida por Eric M.B. Becker, ampliando o alcance internacional da narrativa.
A coletânea reúne ainda nomes de grande destaque da literatura contemporânea, como Haruki Murakami, Olga Tokarczuk e Mo Yan. O espaço lusófono conta também com a presença da brasileira Carol Bensimon, com o conto “Faíscas”.
Vencedor do Prémio Camões em 2013, Mia Couto é amplamente reconhecido como um dos maiores nomes da literatura moçambicana, com obras traduzidas para diversas línguas e presença consolidada no panorama literário internacional.
Cultura
“Vhana Vha N’wetì” leva fusão de jazz internacional ao CCFM
O projecto musical “Vhana Vha N’wetì – Filhos da Lua” sobe ao palco do Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), em Maputo, este sábado, 18 de Abril, às 20h, no âmbito da 8ª edição do Jazz no Franco.
A iniciativa junta músicos de Moçambique, Finlândia e Noruega, num espectáculo que cruza diferentes tradições musicais, jazz contemporâneo e improvisação, tendo a Lua como símbolo de ligação entre culturas e geografias distintas.
Mais do que um concerto, trata-se de uma proposta de criação colectiva, onde artistas de diferentes origens partilham experiências sonoras e constroem em palco uma fusão musical marcada pela liberdade criativa e pela experimentação.
O elenco conta com nomes como o baterista moçambicano Deodato Siquir, o guitarrista Hélder Gonzaga, o saxofonista finlandês Pekka Pylkkänen e o guitarrista norueguês Steinar Aadnekvam, entre outros músicos que completam o projecto.