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Sameblood ainda funciona ? LayLizzy responde

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Sameblood ainda funciona ? LayLizzy responde

Recentemente o rapper moçambicano LayLizzy, esteve mais uma vez no Podcast Kubhula, onde falou sobre a dinâmica da sua vida assim como da sua carreira.

Meio a conversa, vários pontos foram tocados, um dos altos, foi quando este falou sobre a dinâmica que os membros da Sameblood, um colectivo de jovens rappers que juntaram-se para criar uma corrente que deu um novo rumo a forma como se faz o rap e Trap em Moçambique.

Escute aqui!

Este grupo, viveu o seu auge entre os anos 2018-2020, quando para além de lançarem um álbum onde várias músicas foram hits, receberam reconhecimento nacional através de Awards como Mozambique Music Awards (MMA) e Vibra Toques da Vodacom.

Porém, ao passar do tempo, estes resolveram abraçar outros desafios para sua carreira, com isso, a dinâmica do colectivo mudou, e o público sempre questionou se o grupo tinha acabado, pois não mostravam sinais de união para dar continuidade ao legado.

Sameblood ainda existe e é uma empresa

Lay Lizzy

Sobre esse assunto, LayLizzy, revelou que a família ainda existe apesar de cada um estar a seguir seu caminho, porém sempre conversam sobre vários assuntos e partilham ideias, como forma de engajar a carreira um do outro. 

Importa referir que esta não é a primeira vez que um lembro da Sameblood, vem a público falar sobre o assunto. Em 2020, Roley, deu uma entrevista no programa Impulso da Rádio Cidade, onde contou que a Same, funcionava como uma espécie de laboratório para os membros, é onde testam e apresentam os seus trabalhos antes de vir a público.

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Liika prepara “Soulfully, Live EP” para carimabar regresso à música

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A cantora moçambicana Liika prepara para o dia 20 de Junho, o lançamento do seu primeiro projecto musical ao vivo, intitulado “Soulfully, Live EP”.

O trabalho marca o regresso da artista à música, depois de uma pausa de quatro anos dedicada ao seu reencontro pessoal e artístico.

Inspirado pelo Neo Soul, Jazz e R&B contemporâneo, o EP apresenta uma sonoridade intimista e orgânica, apostando na força da voz e na experiência da música ao vivo.

Segundo a artista, “Soulfully” representa uma nova fase da sua carreira, mais madura e alinhada com a identidade musical que sempre quis explorar.

O projecto conta com cinco faixas, entre elas “Inocência”, “Want You Around” e “Breakup Song”, acompanhadas pelos músicos Badjo Nvumba, na guitarra, Milton Ussene, no baixo, e Makoneny, na bateria. Com este lançamento, Liika procura consolidar-se como uma das vozes em ascensão da nova geração da música moçambicana.

Conhecida pela sua forte ligação ao Soul e às influências Jazz, Liika iniciou o seu percurso musical na igreja. Nesta nova etapa, a cantora aposta num som elegante e emocional, privilegiando a conexão directa com o público através de performances ao vivo.

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Twenty Fingers entre os melhores músicos de Moçambique

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O músico moçambicano Twenty Fingers está entre os finalistas da categoria de Melhor Artista Masculino nos MyMuze Awards, iniciativa promovida pela plataforma de entretenimento da Vodacom Moçambique.

O reconhecimento volta a colocar o artista entre os nomes mais influentes da música nacional, numa altura em que continua a conquistar espaço dentro e fora do país com os seus sucessos.

Conhecido pela sua versatilidade e forte presença nas plataformas digitais, Twenty Fingers tem vindo a afirmar-se como uma das principais referências da música moçambicana contemporânea.

Na mesma categoria concorrem ainda os artistas Cleyton David, Az Khinera, Mr Bow e Hernâni, nomes que também têm marcado o panorama musical moçambicano nos últimos anos. Os prémios celebram os artistas e conteúdos mais consumidos na plataforma MyMuze ao longo do último ano.

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TP50 regressa ao palco com “Gala Gala Matreco”

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O colectivo TP50 volta a apresentar, amanhã, no Centro Cultural Franco-Moçambicano, na cidade de Maputo, o espectáculo musical “Gala Gala Matreco”, com duas sessões marcadas para as 10h30 e 15h00.

Inspirada na obra “Os Saltimbancos”, de Chico Buarque, a peça conta com texto de Mia Couto e direcção musical de Sérgio Castanheira e Cheny Wa Gune. O espectáculo traz de volta personagens já conhecidas do público, como o Burro, o Cão, a Galinha e a Gata, agora acompanhadas pela nova personagem Gala-Gala Matreco.

A peça promete entreter crianças e adultos através da música, dança e teatro, transmitindo mensagens de esperança e valorizando a cultura moçambicana. Nesta reposição, o TP50 e o Centro Cultural Franco-Moçambicano, em parceria com o Museu Mafalala, vão oferecer centenas de bilhetes a crianças do bairro da Mafalala, reforçando o acesso à cultura e à inclusão social através das artes.

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