Connect with us
Publicidade Xigubo Desktop

Publicidade

Fast Food

Sidney Mavie : As mulheres só vão aos Shows por causa de dinheiro e álcool

Publicado

aos

A caminho dos 100 álbuns G.M Records celebra a 72a trabalho HipHop gravado

Esta é uma análise crítica do Imperador e produtor musical Sidney Mavie, CEO da GM RECORDS, em In pesadelo, um leque de crônicas que está a escrever que farão parte do seu livro.

[…] sim, a falta de aderência de mulheres aos shows de Hip-Hop Moz é um assunto que nos tem preocupado muito, e, por vezes, a culpa do Hip-Hop feito actualmente é a falta de convite às mulheres ou a forma como nos apresentamos ao palco” diz Sidney.

Por muito tempo colocou este assunto como prioridade nas suas “pesquisas noturnas” e percebeu que o que realmente move as mulheres para os shows é o dinheiro e o consumo excessivo de álcool nos shows. Enfatiza defendendo que apenas com esses dois dados dá para perceber que o Hip-hop moçambicano “não existe” e logo responde a falta de adesão destas aos shows.

Porque na perspectiva do Imperador se olharmos para os nossos shows tornou-se quase normal que os jovens fiquem com uma cerveja desde 18h00 até 22h00. Logo esse tipo de ambiente não é capaz de sustentar os status das mulheres.

Os shows de RAP, principalmente o segmento underground, precisa de shows em que os consumidores e pessoas menos “mãos de vaca” para agregar ou mover a parte feminina.

Não porque algo esteja errado, mas esses dois motivos movem as mulheres aos shows.

Continuar a ler

Fast Food

Chua Nuvunga e Nhez Nguenha revelam sua “Voz de Rua” na casa dos Coutos

Publicado

aos

Por

Os artistas moçambicanos Chua Nuvunga e Nhez Nguenha juntam-se na exposição “Voz de Rua”, uma mostra que cruza pintura e escultura para explorar diferentes formas de representar o corpo, a liberdade, o desejo e a condição humana.

A exposição está patente desde 5 de agosto e segue aberta ao público até 28 de agosto.

A mostra reúne pinturas sobre tela de Nhez Nguenha e esculturas em madeira e metal de Chua Nuvunga, colocando em diálogo dois percursos artísticos distintos, mas com pontos de encontro na forma como abordam questões humanas e sociais.

Na pintura de Nhez, destacam-se as cores intensas, o rigor do acabamento e a atenção ao detalhe. As obras combinam elementos abstractos e figurativos, criando ambientes onde aves, instrumentos musicais e outros símbolos remetem para a liberdade, o desejo, a utopia e a incerteza.

Já Chua Nuvunga transforma essas ideias em matéria. Através da madeira e do metal, o artista cria esculturas que exploram corpos fragmentados, transformação e união, convidando o público a imaginar as histórias por detrás de cada peça.

Continuar a ler

Fast Food

Neyma usa a Marrabenta para reforçar o aleitamento materno

Publicado

aos

Por

Teve início, a 1 de Agosto, a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Para assinalar a efeméride, a cantora moçambicana Neyma recuperou a canção “Leite Materno”, reforçando a sensibilização da sociedade para a importância da amamentação.

A canção enquadra-se nas actividades que a cantora desenvolve enquanto embaixadora da UNICEF em Moçambique, cargo que exerce desde Novembro de 2014.

“O leite materno é precioso e é o melhor do mundo nos primeiros seis meses de vida do bebé”, reforça a artista na publicação.

A Semana Mundial do Aleitamento Materno decorre este ano sob o lema “Amamentação para um começo de vida sustentável: fortaleça o que funciona.”

Continuar a ler

Fast Food

Gilberto Mendes anuncia Gungu Cinema e reflecte sobre a morte da cultura

Publicado

aos

Por

O actor e empresário cultural Gilberto Mendes anunciou uma resposta concreta para a valorização da sétima arte em Moçambique: o Gungu Cinema.

O anúncio surge na sequência do encerramento temporária da Nu Metro, a última sala de cinema em actividade em Maputo, depois de vários internautas terem apelado a Mendes para avançar com a criação de um cinema.

A resposta do actor foi acompanhada por uma reflexão sobre o estado da cultura moçambicana, na qual defende que o declínio cultural começou muito antes da actual situação das salas de exibição.

Mendes recorda o desaparecimento gradual de bandas, a redução da actividade teatral, o enfraquecimento de instituições culturais, como a Companhia Nacional de Canto e Dança, o desaparecimento de salas de cinema e o afastamento da literatura do quotidiano dos moçambicanos.

Para Gilberto Mendes, a cultura deixou de ser encarada como um bem essencial para a formação da sociedade e, como consequência, surgiram problemas como a perda de civismo, o empobrecimento do debate público, a degradação do uso da língua portuguesa e a crescente valorização de conteúdos superficiais nas plataformas digitais.

Com o Gungu Cinema, Gilberto Mendes poderá ampliar a sua contribuição para a preservação e promoção da cultura cinematográfica nacional, num momento em que a discussão sobre o futuro das salas de cinema ganha força no país.

Continuar a ler