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Sebastião Coana partilha pincel com Filipe Nysui

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Durante a abertura da maior plataforma de diálogo público privado realizado nos dias 21 à 23 de Junho de 2023 a XVIII CASP – Conferência Anual do Sector Privado,  o artista visual Sebastião Coana, a convite da CTA, realizou uma pintura conjunta ao vivo com o Presidente da República Filipe Nyusi.

A obra de cerca de 2,5 metros, leva o nome do lema do evento – Transformação, Inovação, Sustentabilidade e Inclusão para a Competitividade Industrial e, será leiloada em um evento a anunciar. Coana convidou o Presidente da república para juntos construírem em tela o lema da presente CASP, que foi demonstrado junto dos empresários o valor que as artes representam na sociedade, e que através das artes pode-se também arrecadar divisas ao país para a construção de uma economia estável.

A XVIII CASP compreendeu as seguintes componentes: promoção do diálogo público – privado, a promoção de investimentos e oportunidades de negócios,  e a promoção de parcerias e exposições onde as empresas tiveram a oportunidade de expor suas marcas e serviços e a arte também teve o seu lugar.

Sebastião Coana é também conhecido por ser um jovem artista que tem feito da arte uma fonte de renda para jovens que encontram- se desempregados, através de projetos como Movimento Artístico de Moçambique.

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Chua Nuvunga e Nhez Nguenha revelam sua “Voz de Rua” na casa dos Coutos

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Os artistas moçambicanos Chua Nuvunga e Nhez Nguenha juntam-se na exposição “Voz de Rua”, uma mostra que cruza pintura e escultura para explorar diferentes formas de representar o corpo, a liberdade, o desejo e a condição humana.

A exposição está patente desde 5 de agosto e segue aberta ao público até 28 de agosto.

A mostra reúne pinturas sobre tela de Nhez Nguenha e esculturas em madeira e metal de Chua Nuvunga, colocando em diálogo dois percursos artísticos distintos, mas com pontos de encontro na forma como abordam questões humanas e sociais.

Na pintura de Nhez, destacam-se as cores intensas, o rigor do acabamento e a atenção ao detalhe. As obras combinam elementos abstractos e figurativos, criando ambientes onde aves, instrumentos musicais e outros símbolos remetem para a liberdade, o desejo, a utopia e a incerteza.

Já Chua Nuvunga transforma essas ideias em matéria. Através da madeira e do metal, o artista cria esculturas que exploram corpos fragmentados, transformação e união, convidando o público a imaginar as histórias por detrás de cada peça.

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Neyma usa a Marrabenta para reforçar o aleitamento materno

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Teve início, a 1 de Agosto, a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Para assinalar a efeméride, a cantora moçambicana Neyma recuperou a canção “Leite Materno”, reforçando a sensibilização da sociedade para a importância da amamentação.

A canção enquadra-se nas actividades que a cantora desenvolve enquanto embaixadora da UNICEF em Moçambique, cargo que exerce desde Novembro de 2014.

“O leite materno é precioso e é o melhor do mundo nos primeiros seis meses de vida do bebé”, reforça a artista na publicação.

A Semana Mundial do Aleitamento Materno decorre este ano sob o lema “Amamentação para um começo de vida sustentável: fortaleça o que funciona.”

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Gilberto Mendes anuncia Gungu Cinema e reflecte sobre a morte da cultura

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O actor e empresário cultural Gilberto Mendes anunciou uma resposta concreta para a valorização da sétima arte em Moçambique: o Gungu Cinema.

O anúncio surge na sequência do encerramento temporária da Nu Metro, a última sala de cinema em actividade em Maputo, depois de vários internautas terem apelado a Mendes para avançar com a criação de um cinema.

A resposta do actor foi acompanhada por uma reflexão sobre o estado da cultura moçambicana, na qual defende que o declínio cultural começou muito antes da actual situação das salas de exibição.

Mendes recorda o desaparecimento gradual de bandas, a redução da actividade teatral, o enfraquecimento de instituições culturais, como a Companhia Nacional de Canto e Dança, o desaparecimento de salas de cinema e o afastamento da literatura do quotidiano dos moçambicanos.

Para Gilberto Mendes, a cultura deixou de ser encarada como um bem essencial para a formação da sociedade e, como consequência, surgiram problemas como a perda de civismo, o empobrecimento do debate público, a degradação do uso da língua portuguesa e a crescente valorização de conteúdos superficiais nas plataformas digitais.

Com o Gungu Cinema, Gilberto Mendes poderá ampliar a sua contribuição para a preservação e promoção da cultura cinematográfica nacional, num momento em que a discussão sobre o futuro das salas de cinema ganha força no país.

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