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Exilado revela “problemas no paraíso”
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Osvaldo dos Anjos ou Exilado, escritor moçambicano , vai lancar no dia 02 de Julho, seu segundo livro intitulado “Problemas no Paraíso”.
Sob o pseudônimo de Exilado, Osvaldo dos Anjos apresenta mais de 20 sentimentos expressos de diversas maneiras, abordando o amor em tempos felizes e infelizes.
Nesta obra, Osvaldo dos Anjos reconhece que nada é completamente perfeito, mas acredita na perfectibilidade do ser humano. Com esse ponto de partida, o autor minuciosamente registra uma série de problemas relacionados ao amor, não com a intenção de propagá-los, mas sim de informar aos amantes que essas dificuldades são comuns. Além disso, o livro também busca instruir implicitamente sobre a resolução desses problemas.

Os problemas apresentados em “Problemas no Paraíso” são explorados por meio de histórias comuns e do cotidiano. Em algumas ocasiões, o autor opta por abordá-los de forma implícita, entendendo que a intervenção social possui várias facetas e que o objectivo é fazer com que os problemas chamem a atenção para suas soluções.
O livro propõe que se observe primeiro o que está errado para, em seguida, vislumbrar o que está correcto. A identificação e a compreensão dos problemas amorosos são cruciais para encontrar as soluções adequadas. Osvaldo dos Anjos acredita que é necessário enfrentar e reconhecer as dificuldades antes de buscar resolvê-las.

Com uma abordagem realista, Osvaldo dos Anjos mergulha nas complexidades do amor e nas questões que surgem nos relacionamentos. Seu objetivo é que os leitores se identifiquem com as situações descritas e percebam que os problemas amorosos são compartilhados por muitas pessoas. Ao expor essas dificuldades, o autor espera contribuir para que os amantes encontrem formas de superá-las.
“Problemas no Paraíso” apresenta uma perspectiva única sobre o amor e seus desafios, utilizando histórias e experiências cotidianas para criar uma conexão com os leitores. Osvaldo dos Anjos se destaca ao abordar o tema de forma autêntica e ao oferecer insights implícitos para a resolução dos problemas.
“Problemas no Paraíso” é uma obra que convida os leitores a refletir sobre suas próprias experiências amorosas, ao mesmo tempo em que oferece uma visão esperançosa de que é possível encontrar soluções para os problemas que surgem no caminho do amor.
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Depois de chutar Lukie, Denny OG volta ao estúdio
Recentemente, Denny OG voltou a estar entre os favoritos do algoritmo das redes sociais, depois de discordar da posição de Lukie em relação aos músicos moçambicanos cantarem em Angola.
Dias depois de não poupar palavras para dizer o quanto ela foi infeliz, fez o que ninguém esperava.
Voltou ao estúdio e prepara uma música que recebeu o título de “Dizias”, que carrega a essência e a base da sua carreira, o rap.
Não se sabe, até então, se a música é uma resposta a Lukie ou se já estava preparada e apenas coincidiu com o momento.
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Cynthia Soares leva seu concerto a Mbenga Live Session
A cantora e compositora moçambicana Cynthia Soares sobe ao palco da Mbenga Live Session na hoje, quinta-feira, dia 28 de Maio, pelas 19h00, no Estúdio Auditório da Rádio Moçambique, em Maputo. O concerto, intitulado “Cynthia Soares: O Concerto”, terá transmissão em directo na Rádio Cidade 97.9 FM e entrada gratuita.
Natural de Maputo, Cynthia Soares iniciou o seu percurso musical em 2021, com colaborações com o rapper Kluivert e o produtor Hélio Beatz. Desde então, tem explorado sonoridades que vão do R&B ao Pandza e ao Afrobeat, inspirando-se em nomes como Sara Tavares, Daniel Caesar e Banda Kakana.
Em 2023, lançou o single “Distance” e a EP “Etapas”, tendo apresentado ainda o tema “Ainda Tens Efeito”, com participação de Lenox Cambula. Em 2024, editou a EP “Txau Pra Nunca”, com produção de Empowerhermusic. Ao longo da sua carreira, colaborou com Nephew, Badjero, Kindanatural e Kamane, entre outros.
“Subir ao palco da Mbenga Live Session é para mim um momento de afirmação e de partilha. Vou apresentar um repertório que atravessa os meus EPs, singles e temas inéditos, com a certeza de que a música moçambicana merece espaços assim – íntimos, sérios e com cheiro a público”, afirmou Cynthia Soares.
A artista já marcou presença no Afro Jazz Encounter, onde actuou com Jimmy Dludlu, e participa regularmente nos concertos semestrais do Coro e Orquestra da UEM.
O concerto integra a temporada 2026 da Mbenga Live Session, um projecto da Plataforma Mbenga Artes e Reflexões em parceria com a Rádio Cidade, que já recebeu nomes como Shelcia Mac, Nephew 258, Ivan Manyike, The Rosee e Yadah Angel. Ao longo do ano, o projecto tem-se afirmado como uma plataforma consistente de promoção da nova música moçambicana, com mais de 5 concertos realizados, sempre com casa cheia e entrada solidária.
“A Mbenga Live Session tem-se afirmado como um espaço de descoberta e de valorização da nova música moçambicana. A Cynthia Soares representa uma geração de artistas que alia sensibilidade, técnica e consciência do seu tempo. A Rádio Cidade orgulha-se de transmitir mais este concerto e de levar a sua música a todo o país”, declarou um representante da estação.
A organização lembra que os lugares são limitados e que a entrada está sujeita à entrega de um bem de material escolar no local.
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Lukie apedrejada por querer cantar em Angola
A cantora moçambicana Lukie está a gerar polémica nas redes sociais após questionar a falta de espaço para artistas moçambicanos em Angola.
Num vídeo divulgado recentemente, a cantora afirmou que Moçambique sempre recebeu músicos angolanos “de braços abertos”, mas que o mesmo não acontece com os artistas nacionais no mercado angolano.
As declarações dividiram opiniões e motivaram reacções de várias figuras públicas, incluindo o músico Denny OG, que criticou Lukie por, segundo ele, “mendigar atenção” de Angola.
O artista defendeu que os músicos moçambicanos devem focar-se mais em fortalecer a sua identidade cultural, em vez de procurar validação fora do país.
Apesar das críticas, o posicionamento da cantora também recebeu apoio de internautas que concordam que existe pouco intercâmbio para os músicos moçambicanos em Angola.
A discussão reacendeu o debate sobre a valorização da música nacional, o papel dos promotores e os desafios da internacionalização dos artistas moçambicanos.