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Comunicado divide opiniões na classe artística e promotores assistem

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Assistiu-se nesta semana, uma certa agitação nas redes sociais em reação ao comunicado emitido por uma parte dos artistas que reclamavam com os promotores de eventos em relação ao pagamento efectuado por estes.

“Não faço muitos shows, porque não me identifico, com os cachês” – Mark Exodus

Comunicado a girar nas redes, confusão plantada no seio artístico e as águas tomaram rumos diferentes, enquanto uns apoiavam a causa, há quem atirou pedras, como é o caso de Mark Exodus, que revelou não realizar muitos shows por não concordar com os cachês, e que quem aceita não pode reclamar.

“Aceitamos ser viajados porque, é nossa fonte de rendimento” – Kilua Rafael

Killua Rafael, em resposta defendeu que a classe aceita esses preços por não ter outra fonte de rendimento, algo que gerou até memes.

Cláudio Ismael, considera o comunicado “algo sem efeito” pois os tais artistas não dão as caras, lembrando que em 2015 defendeu a mesma causa, mas foi chamado de maluco, “vamos trabalhar”.

“Esse é um movimento sem efeito, quando reclamei me chamaram maluco, vamos trabalhar” – Cláudio Ismael

Quem também reagiu ao comunicado foi o Dygo Boy, comungando da mesma opinião que Exodus ao afirmar que não se pode reclamar dos cachês baixos porque os próprios artistas é que aceitam.   

“Cada um tem seu preço, se aceita 10 mil, você é artista desse preço” – Ziqo

Ziqo, também sentiu necessidade de entrar no debate, deixando claro que não existem culpados, pois, cada um conhece seu valor, usando como base os anos de experiência que tem na área. Até então, ainda não constatamos a manifestação de um promotor de eventos sobre o assunto. 

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Francisco Noa revisita a literatura colonial sobre Moçambique

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O ensaísta, crítico literário e professor universitário Francisco Noa apresenta uma nova obra que revisita a literatura colonial sobre Moçambique, propondo uma leitura crítica das narrativas construídas durante esse período.

Na publicação “Impérios, Mitos e Miopia: Moçambique como Invenção Literária”, o autor analisa como a literatura colonial contribuiu para a construção de imagens distorcidas sobre Moçambique e o continente africano. Essas representações, muitas vezes marcadas por ideias de superioridade cultural e civilizacional, ajudaram a consolidar estereótipos e hierarquias que ainda hoje influenciam percepções.

A obra tem como principal objectivo desconstruir mitos e questionar as narrativas herdadas, mostrando de que forma o passado colonial continua a reflectir-se no presente. Ao revisitar esses textos, Noa convida o leitor a uma reflexão crítica sobre memória, identidade e poder.

Este livro posiciona-se como uma referência importante para estudiosos de literatura, memória colonial e estudos pós-coloniais, oferecendo ferramentas analíticas para compreender as dinâmicas históricas e culturais que moldam o olhar sobre África.

Natural de Inhambane, Francisco Noa é ensaísta, investigador e professor universitário, com uma vasta obra publicada na área da crítica literária e dos estudos africanos.

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Case Buyakah apela aos jovens para a honestidade e identidade

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Case Buyakah

O artista moçambicano Case Buyakah lançou recentemente o videoclipe da música “Outra Maneira”, obra que integra o seu último álbum, “O Embaixador”, disponibilizado em 2023.

Nesta faixa, Case reforça a sua posição interventiva, dirigindo um apelo aos jovens para que trilhem caminhos autênticos.

“Outra Maneira” destaca-se por transmitir uma mensagem directa, incentivando-os a assumirem quem são, sem cederem a pressões externas ou a modelos impostos pela sociedade.

A sonoridade é assinada pelo produtor Lydasse GMT, enquanto o videoclipe foi produzido pela Case Graphics.

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“A música alimenta-me e mantém-me jovem”, Mingas

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Em roda de conversa na Fundação Fernando Leite Couto, ocorrida no ano passado, a cantora Mingas revelou que um dos segredos da sua juventude está na música.

Para a cantora, a música é muito mais do que entretenimento ou uma profissão; é a força vital que a mantém “viva” e ligada ao público.

“Alimenta-me bastante perceber que a música toca muitas pessoas”, revelou.

Mas, nem tudo tem sido um mar de rosas; houve momentos em que a cantora pensou em desistir da música, pelas incertezas da sustentabilidade.

“Há vezes (que) começa a perguntar: será que vou conseguir alimentar-me a mim e à minha família por mais uns tempos?”, conta.

A cantora revela que só se manteve pelas pessoas que sempre se aproximaram e mostraram o impacto das suas composições nas suas vidas.

Elisa Domingas Salatiel Jamisse, ou simplesmente Mingas, é autora de sucessos como Mamana, Nwêti, A Va Saty Va Lomu.

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