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Osvaldo Passirivo leva “Peregrino” ao 16 Neto

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Quando o sol nasce e ilumina a terra, a mente processa de forma consciente sobre as actividades e metas do dia, que obrigam o ser humano a deslocar-se de um ponto para o outro, sem se importar com o estado do tempo, tudo pelo seu bem estar e dos próximos.

Osvaldo Passirivo leva "Peregrino" ao 16 Neto

É nesta linha de pensamento que o bailarino e Coreógrafo Moçambicano Osvaldo Passirivo, apresenta no dia 30 do mês em curso no espaço cultural 16 Neto, pelas 19 horas o seu trabalho artístico, “Peregrino“, uma proposta de dança contemporânea, que aborda o processo de procura do ser humano, pelo seu bem-estar em todas as vertentes, uma vez que na vida são enfrentados vários desafios. 

Segundo o comunicado disponibilizado pela 16 Neto, nas suas redes sociais, a performance, foca-se nos miúdos que peregrinam a cidade com caixotes, sacos e baldes com alimentos, lixos e objectos com a finalidade de vendê-los para assim regressarem a casa com algo.

Osvaldo Passirivo de, começou a sua carreira como bailarino em 2002, tendo colaborado e participado em vários festivais e projetos nacionais e internacionais, como a peça “Resgate” da Associação Grupo de Canto e Dança Semana da Dança em 2009, onde participou na peça “Xithukulumukumba” do coreógrafo Idio Chichava, com o Milorhono Festival de África, Mandela Square em Joanesburgo, “Ele e Ela” de Macário Tome no (Projeto Pamoja/Culturarte) em 2014, dentre outros.

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Concerto “Os Madalas” celebra memória e música de Hortêncio Langa

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O colectivo TP50 realiza, nos dias 19 e 20 de Março, na Fundação Fernando Leite Couto, em Maputo, o concerto “Os Madalas: Relembrando Hortêncio Langa”, um espectáculo dedicado a celebrar o legado artístico e humano do músico moçambicano. A iniciativa pretende revisitar memórias, canções e momentos de convivência que marcaram a trajectória do homenageado.

O espectáculo propõe recordar não apenas a música de Hortêncio Langa, mas também os encontros informais entre amigos, onde a guitarra e as vozes criavam espaços de partilha e reflexão. Esses momentos, muitas vezes espontâneos, ajudaram a fortalecer laços de amizade e a construir uma atmosfera artística marcada pela simplicidade e autenticidade.

De acordo com António Prista, membro do colectivo TP50, o concerto não é apenas um tributo nostálgico, mas também uma forma de reencontrar a essência de um artista cuja presença transformava qualquer ambiente num espaço de criação e diálogo. Segundo o músico, eram frequentes as tertúlias onde a guitarra circulava entre os presentes e a música se tornava um gesto colectivo de expressão cultural.

O espectáculo contará com a participação de vários músicos e amigos próximos do homenageado, entre eles Filimone Meigos, Tomás Vieira Mário, Marcelo Panguana, Stewart Sukuma, Joel Libombo e Eben Chonguiça.

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Nelson Tivane contraria Zebito e apela ao desfrute da vida enquanto se tem

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Nelson Tivane

“Gwala wa hi Nhakatsa”, faixa número 4 do mais recente álbum Lhamula, do compositor e músico moçambicano Nelson Tivane, acaba de ganhar o seu retrato visual com o lançamento do videoclipe oficial.

Na canção, Nelson Tivane apela ao desfrute do pouco dinheiro que se tem enquanto se pode, argumentando que amanhã poderá vir mais. Uma mensagem que surge em evidente contradição com a filosofia de Zebito, empresário moçambicano que ganhou destaque público ao aconselhar os jovens a “não comer com a boca”, uma metáfora para a necessidade de disciplina e o planeamento financeiro no uso dos recursos disponíveis.

O videoclipe, já disponível no YouTube, conta com direcção de Bill Boy, conceito e direcção criativa de Elgar Miles. Para reforçar a estética de abundância e luxo, Nelson Tivane aparece vestido com peças de marcas locais como a Xipixi e a Nkosi Wear.

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Ou 5 mil ou nada: Internautas sentem-se traídos pelo novo reality da STV

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A STV, em parceria com o Olhar Artístico, lançou recentemente o “Ou Tudo ou Nada”, um reality show que promete descobrir talentos promissores na área da comunicação.

No momento do lançamento, o ambiente era de entusiasmo, tudo parecia flores e perfume. Muitos jovens viram ali uma oportunidade única de entrar para o universo da televisão, alimentando o sonho de fazer parte da desejada STV. 

As expectativas eram altas e a esperança tomou conta das redes sociais e vários lares, mas contudo, como diz o velho ditado, nem tudo o que brilha é ouro.

Quando foi disponibilizado o link supostamente destinado aos termos e condições do concurso, os candidatos depararam-se apenas com um formulário de inscrição. Sem qualquer orientação prévia clara sobre os critérios ou exigências, iniciou-se uma verdadeira saga digital. 

Foi aí que se descobriu que a participação não se limitava apenas à realização de testes, ao preenchimento de vários campos com dados pessoais e ao envio de um vídeo de apresentação, algo já exigente, mas necessário num processo do género. 

Para completar a inscrição, era necessário efectuar o pagamento de 5.000 meticais, o valor acabou por transformar o que deveria ser um momento de alegria numa onda de contestação. 

A televisão é conhecida por produzir realitys que mudam vidas, e muitos jovens acreditaram que esta seria mais uma dessas oportunidades transformadoras. No entanto, a exigência financeira gerou críticas e levantou questionamentos sobre o acesso e a transparência do processo.

Desde então, a página oficial do canal tem sido alvo de ataques e comentários constantes por parte de internautas que se sentem surpreendidos, em alguns casos, desiludidos e enganados, apenas para gerar engajamento. 

O “Ou Tudo ou Nada” nasceu com a promessa de revelar talentos, mas sem os 5 mil ditam se há algo. 

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