Cultura
Artistas homenageados pela Casa da Cultura
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A Casa da Cultura homenageou nesta segunda-feira os escritores Juvenal Bucuane e Álvaro Taruma, os actores Ana Magaia, Vasco Condo, Dadivo José, e em título de póstumo Luísa José Sainone e Manuel Ribeiro, numa cerimónia realizada Cidade de Maputo.
Com a iniciativa, a instituição pretende enaltecer o trabalho dos artistas que usam a sua arte como instrumento de educação social e agregando valores à sociedade.
Reagindo ao gesto, o actor Dadivo José, para além de agradecer pelo reconhecimento, propôs a casa da Cultura que criasse condições e políticas claras para que a actividade teatral fosse cada vez mais massificada e com melhor qualidade, colocando-se a disposição para trabalhar com a Casa da Cultura em projectos que envolvam jovens artistas.
Por sua vez, a actriz Ana Magaia, revelou sentir-se muito honrada pelo reconhecimento vindo da casa responsável pelo seu desenvolvimento artístico. e para Vasco Condo, o momento tornou-se único, pois, com quase 30 anos de carreira este foi o seu primeiro prémio.
Em último, Álvaro Taruma, destacou a sensibilidade da Casa da Cultura ao reconhecer os fazedores da escrita e do teatro, sentindo o prémio como um “cheque que é dado de volta para quem engrandece a Cidade de Maputo”.
Cultura
Radjha Ally leva música moçambicana ao MTN Bushfire 2026
O músico moçambicano Radjha Ally foi confirmado como uma das atracções do MTN Bushfire 2026, um dos mais prestigiados festivais de música e artes da África Austral.
Natural da província de Nampula, o artista promete levar ao palco uma fusão de sons tradicionais e contemporâneos, destacando a riqueza cultural moçambicana. O seu álbum de estreia, Niinee que significa “venha dançar”.
O festival, que terá lugar entre os dias 29 e 31 de Maio, na House On Fire, no Eswatini, é conhecido por reunir artistas de diferentes partes do mundo, promovendo diversidade cultural, criatividade e expressão artística.
A participação de Radjha Ally conta com o apoio do Southern African Music Festivals Circuit, reforçando a presença moçambicana em grandes palcos internacionais.
Com esta actuação, o músico junta-se a um leque de talentos que prometem transformar o evento numa verdadeira celebração de música, dança e identidade africana.
Cultura
Sónia Sultuane premiada uma das melhores da lusofonia
A escritora moçambicana Sónia Sultuane foi premiada com o Prémio Literário Guerra Junqueiro – Lusofonia 2025, que distingue obras de personalidades do espaço lusófono.
Em nota divulgada pelo júri, consta que “os conselheiros do galardão consideraram a sua obra literária uma reflexão social de intervenção cultural, com uma escrita profundamente ligada à identidade africana, ao corpo feminino, à espiritualidade, à memória e à pertença e à valorização da cultura moçambicana”.
Foram ainda valorizados os seus projectos de promoção da leitura e da literatura em Moçambique, a sua linguagem, simultaneamente delicada e afirmativa, mas também de forte consciência histórica e social.
Sónia Abdul Jabar Sultuane nasceu na cidade de Maputo em 1971. É uma artista multifacetada: poeta, escritora, artista plástica e curadora. Tem colaborado noutras disciplinas artísticas como a música, a dança, a moda e a fotografia.
Na literatura destaca-se por ter publicado obras de poesia e conto infantil-juvenil, entre elas “Roda das Encarnações” (2016) e “O Lugar das Ilhas” (2021), “Sonhos” (2001), “Imaginar o Poetizado” (2006) e “No Colo da Lua” (2009).
Em 2011 assumiu o papel de curadora na exposição “Mulheres – Descortinando”, organizada pela Galeria Kulungwana. Em Março de 2008, foi uma das artistas convidadas e um dos membros da organização do workshop internacional organizado pelo Ministério da Educação e Cultura e pelo Triangle (Muyehlekete – O Pensador) em Maputo.
Na lista dos escritores galardoados, Sónia Sultuane partilha espaço com Inês Pedrosa (Portugal), Paulo Coelho (Brasil), Francisco Conduto de Pina (Guiné-Bissau), Fátima Bettencourt (Cabo Verde), Daniel Braga (Timor-Leste), Lúcio Neto Amado (São Tomé e Príncipe), Maria Jesús Evuna Andeme (Guiné Equatorial) e José Mena Abrantes (Angola).
O Prémio Literário Guerra Junqueiro desde 2017 premeia escritores e escritoras da Lusofonia em língua portuguesa. Com a organização do município de Freixo de Espada à Cinta (Portugal), o prémio, alargado à lusofonia em 2020, tem como objectivo premiar e homenagear escritoras e escritores da CPLP.
Fonte: Jornal Notícias
Cultura
Assa Matusse chora a morte da sua mãe
No dia de hoje a cantora moçambicana Assa Matusse, anunciou o desaparecimento físico da sua mãe.
A informação avançada pela cantora, foi através das suas redes sociais, onde mostrou que carrega um grande vazio em si.
“Madalinha se foi e me levou junto porque já nem sinto meu corpo” escreveu a cantora
Em actualização