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MFF destaca importância de parcerias estratégicas no Fórum Cultural e Criativo em Maputo

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A produtora e responsável pelas parcerias do Maputo Fast Forward (MFF), Yara Amiel, participou na 3.ª edição do Fórum Cultural e Criativo, realizada nos dias 10 e 11 de Junho, em Maputo, onde partilhou a experiência da plataforma no painel dedicado aos modelos, desafios e oportunidades de parcerias nas Indústrias Culturais e Criativas (ICC).

O fórum reuniu artistas, empreendedores culturais, académicos, representantes de instituições públicas e privadas, municípios e parceiros nacionais e internacionais, com o objectivo de promover o diálogo e o fortalecimento do sector cultural em Moçambique.

Durante a sua intervenção, Yara Amiel sublinhou que o crescimento do Maputo Fast Forward, ao longo dos seus dez anos de existência, tem sido possível graças à construção de uma sólida rede de parcerias estratégicas. Segundo a produtora, a plataforma evoluiu para além do formato inicial de festival de criatividade e inovação, diversificando as suas áreas de actuação.

“O MFF é uma plataforma muito grande que cresceu graças à sua rede de parceiros. Sozinhos, isso não seria possível. Uma plataforma destas, que reúne pensadores, criativos, artistas e tecnólogos, cria algo incrível que é esta plataforma de inovação e criatividade. Do festival, criámos a Academia MFF, onde estimulamos a produção de investigação multidisciplinar e residências artísticas. E agora iniciámos também o projecto de um hub criativo”, afirmou.

A responsável destacou ainda a importância do networking e da capacidade de identificar oportunidades de colaboração. Como exemplo, referiu a parceria estabelecida com o Grupo JFS, que permitiu a utilização de um edifício localizado na Baixa da cidade de Maputo, transformado num dos principais espaços de realização das actividades do festival.

“Assim que identificámos o espaço, estudámos as possibilidades e percebemos que naquele edifício não estava a acontecer nada. Procurámos compreender as razões e apresentámos uma proposta ao Grupo JFS. Mostrámos que aquele espaço tinha potencial. Acho que nem eles acreditavam que seria possível tudo aquilo que acabou por acontecer durante a bienal de 2024”, explicou a uma audiência composta por jovens empreendedores, gestores culturais, representantes de instituições públicas e privadas moçambicanas e estrangeiras.

Para Yara Amiel, esta experiência demonstra como as parcerias podem contribuir para a reactivação de espaços urbanos e para a criação de novas dinâmicas culturais na cidade.

Na ocasião, a produtora revelou ainda que a próxima edição da Bienal Maputo Fast Forward está em fase avançada de preparação e deverá decorrer em Outubro deste ano.

Fórum Cultural e Criativo foi organizado pelo Cultiv’Arte iniciativa da União Europeia, implementada pela Expertise France em parceria com o Ministério da Educação e Cultura.

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Neyma usa a Marrabenta para reforçar o aleitamento materno

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Teve início, a 1 de Agosto, a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Para assinalar a efeméride, a cantora moçambicana Neyma recuperou a canção “Leite Materno”, reforçando a sensibilização da sociedade para a importância da amamentação.

A canção enquadra-se nas actividades que a cantora desenvolve enquanto embaixadora da UNICEF em Moçambique, cargo que exerce desde Novembro de 2014.

“O leite materno é precioso e é o melhor do mundo nos primeiros seis meses de vida do bebé”, reforça a artista na publicação.

A Semana Mundial do Aleitamento Materno decorre este ano sob o lema “Amamentação para um começo de vida sustentável: fortaleça o que funciona.”

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Gilberto Mendes anuncia Gungu Cinema e reflecte sobre a morte da cultura

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O actor e empresário cultural Gilberto Mendes anunciou uma resposta concreta para a valorização da sétima arte em Moçambique: o Gungu Cinema.

O anúncio surge na sequência do encerramento temporária da Nu Metro, a última sala de cinema em actividade em Maputo, depois de vários internautas terem apelado a Mendes para avançar com a criação de um cinema.

A resposta do actor foi acompanhada por uma reflexão sobre o estado da cultura moçambicana, na qual defende que o declínio cultural começou muito antes da actual situação das salas de exibição.

Mendes recorda o desaparecimento gradual de bandas, a redução da actividade teatral, o enfraquecimento de instituições culturais, como a Companhia Nacional de Canto e Dança, o desaparecimento de salas de cinema e o afastamento da literatura do quotidiano dos moçambicanos.

Para Gilberto Mendes, a cultura deixou de ser encarada como um bem essencial para a formação da sociedade e, como consequência, surgiram problemas como a perda de civismo, o empobrecimento do debate público, a degradação do uso da língua portuguesa e a crescente valorização de conteúdos superficiais nas plataformas digitais.

Com o Gungu Cinema, Gilberto Mendes poderá ampliar a sua contribuição para a preservação e promoção da cultura cinematográfica nacional, num momento em que a discussão sobre o futuro das salas de cinema ganha força no país.

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Roland acusa Mr. Arsen de destruir Projecto Mabulu e desviar fundos destinados ao tratamento de Chonyl

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Roland Hohberg fez uma acusação contra Mr. Arsen, afirmando que este terá influenciado direcrtamente a destruição do Projecto Mabulu e de ter alegadamente desviado fundos destinados ao tratamento da falecida Chonyl.

Numa publicação divulgada nas redes sociais, Roland afirma que, depois de alegadamente comprometer o Projecto Mabulu, Mr. Arsen terá incitado Dilon Djindji contra si para obter financiamento da Vodacom.

Acrescenta ainda que, segundo testemunhos de familiares de Chonyl, o visado terá desviado dinheiro que deveria ser utilizado no tratamento da artista.

Na mesma publicação, Roland refere que acreditava que Mr. Arsen estivesse definitivamente dedicado ao islamismo, como Yassin Hassan, seu nome nesta religião, mas afirma que este voltou à esfera pública, desta vez alegadamente em apoio à Frelimo, classificando a situação como um “Back to the Roots”

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