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Iveth Marlene leva o rap moçambicano à academia
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A rapper moçambicana Iveth Marlene entra para a academia ao ter a sua música “Mulher Heroína” incluída no livro “O Rap como Arte e Filosofia”, do professor e crítico Daúde Amade, que será lançado no dia 9 de Abril, no Instituto Guimarães Rosa, em Maputo.
A canção, de forte carga social, destaca o papel da mulher na sociedade e promove o empoderamento feminino, levantando questões sobre igualdade, respeito e representação cultural.
No livro, Daúde Amade propõe uma leitura do rap enquanto forma de arte e pensamento, mostrando como o género se tornou plataforma de intervenção social, destacando artistas que transformam a música em crítica e debate. O legado de Azagaia é igualmente abordado, reforçando o rap como instrumento de resistência e reflexão sobre a realidade moçambicana.
Refira-se que o lançamento será aberto ao público, reunindo artistas, académicos e fãs de hip-hop. Além da apresentação do livro, os presentes poderão participar em discussões, trocar experiências e adquirir exemplares da obra.
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Allan e Bander lançam “Pensavas Que Era Como?”
O rapper Allan e o trapper Bander juntaram-se para lançar, no dia de ontem, a música “Pensavas Que Era Como?”.
A música já está disponível nas plataformas digitais, com produção de Ell Puto. A mensagem que domina a faixa é a demonstração de poder lírico e superioridade no mercado musical.
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Kamané: Não guardo mágoa do jovem que atropelou a minha esposa
O músico moçambicano Kamané Kamas, revelou recentemente no programa Atracções onde concedeu uma entrevista para falar sobre a sua recente perda, sua esposa Lisandra Hama.
Segundo Kamané, não guarda mágoas do jovem que atrapelou sua esposa apesar da dor que sente, pois acredita que o jovem não tinha a intenção de tirar a vida dela.
“Não existe rancor, paz e harmonia. Um dia vamos nos conhecer e lhe dou forças, espero um dia conversar com ele, o amor vence tudo” fechou Kamané.
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Mafalala acolhe iniciativa cultural de narração de estórias
O bairro da Mafalala acolheu, no dia 4 de Maio, uma sessão de narração de estórias conduzida pela formadora Inês Blanc, no Espaço UTOPIA, no âmbito das celebrações do Dia Mundial da Língua Portuguesa.
A iniciativa foi promovida pelo Camões – Centro Cultural Português em Maputo, em parceria com o projecto CONTAMIMANDO, a Biblioteca Móvel Vovó Cecília e o Projecto UTOPIA, reunindo diferentes actores culturais em torno da valorização da língua portuguesa e da promoção da leitura.
Participaram na actividade alunos da Escola Primária Unidade 22 e da Escola Primária 25 de Setembro, bem como crianças residentes na Mafalala ligadas à Biblioteca Móvel Vovó Cecília. A sessão foi marcada pela partilha de estórias e pela interacção com os mais novos, incentivando o gosto pela leitura e pela tradição oral.
A iniciativa enquadra-se nas celebrações do Dia Mundial da Língua Portuguesa, assinalado a 5 de Maio, e reforça o papel da cultura na formação das novas gerações, promovendo o contacto das crianças com a literatura desde cedo.